Vídeos mostram a empatia de Emicida o público na volta palcos

Interessante observar o movimento de alguns artistas no retorno aos palcos, neste momento em que a pandemia arrefece e shows são liberados pelo País afora. Emicida um deles.

Há alguns dias, o rapper publicou em seu canal no YouTube must vídeos breves de bastidores de sua no festival Lollapalooza (um vídeo de 8 minutos e outro de 7)realizado no final de março, e um de seus shows no Circo Voador (11 minutos)que aconteceu no começo de abril.

A maneira como ele se conecta com as pessoas, nos bastidores e no palco, de pessoas comuns a pares artísticos, é sempre humanizadora, agregada e empática, contrapondo-se com o momento belicoso que se vive hoje.

Tanto em São Paulo como no Rio de Janeiro recebido no palco, reforçando seu papel integrador e conciliador que o rap lhe confiou. As escolhas de participação sempre significativas, mas não de presença necessariamente de uma geração de nomes famosos, mas de uma geração de temas contemporâneos aos casos atuais e engajada à sua maneira, como é o caso de Barbosa (também conhecido como rapper recomendado de seguir nas redes sociais), Bivolt e Rashid.

Acrescenta-se a participação que nossos shows fazem Pastor Henrique Vieira com Princípiouma ode profunda e arrebatadora ao amor.

Nossos vídeos, realizados em um produtor Lab Fantasma, viram uma calorosa da direção da poderosa Sony Music no camarim do Circo Voador, onde recebeu vários prêmios pela execução de seu trabalho. A gravadora é distribuidora do artista.

Emicida aqui mostra a relação com as cadeias da indústria musical, que ele pode depender para expandir sua audiência, inclusive no exterior.

Os shows são eufóricos e o emblemático Circo Voador é quase catártico. Uma declaração de um fã no fim do vídeo da apresentação resume o artista.

“Todo mundo que tem contato com Emicida consegue ver que ele é uma potência e que as músicas dele tocam no lugar muito profundo. Falam de um lugar muito particular para nós, pessoas negras. É como se a gente se se se abraçado, acolhido. Ele faz pensar na força do coletivo. Me faz pensar também que é importante ouvir artistas como Emicida para lembrar que o racismo não é tudo sobre nós. A nossa vida é mas, a nossa vida matéria. E a gente pode cantar sobre a vida, sobre a alegria e sobre a esperança”.

É a volta poderosa de Emicida aos palcos presenciais.

Leave a Comment

Your email address will not be published.