um grito parado no ar

O Dia Internacional do Teatro é neste domingo (27). Em João Pessoa, o ator e produtor cultural Buda Lira faz um alerta sobre a situação atual do Teatro Piollin. Abre espaço coluna para os argumentos de Buda.

TEATRO PIOLLIN – UM GRITO PARADO NO AR

Buda Lira

Em setembro de 2006, era reaberto o novo Teatro Piollin com a estreia do espetáculo Em Gaivota (alguns rascunhos) do Piollin Grupo de Teatro, direção de Haroldo Rego, primeira produção do grupo pós Vau da Sarapalha (1992). O novo teatro funcionou regularmente a partir de 2017, realizado o IV Festival de Teatro quando a tentação foi aos 40 anos da fundação do Piollin. Portanto, já presença se refere ao teatro de cinco anos sem este singular, considerando o seu valor histórico e cênico: um antigo engenho de cana-açúcar e tocado um núcleo de cultura com quatro décadas e meia de trabalho .

O valor cênico se verifica pelas muitas opções que o espaço oferece para o estudo, a pesquisa e a produção das artes cênicas, mas também da cena musical. Foi por essa razão que boa parte dos grupos do Projeto Palco Giratório/SESC que passou por João Pessoa escolheu o Teatro Piollin como ponto de partida. O mesmo órgão de iniciativa do Ministério, organizados pela editora da cultura (Petrobras) ou de iniciativa cultural, fruto da saída da iniciativa cultural PT , entre 2003 e 2016.

Faz-se necessário afirmar que a construção do novo Teatro Piollin fé possível graças à restauração da antiga fábrica de rapadura do Engenho Paul (1858), sede do Piollin – centro cultural e grupo de teatro. Esse trabalho de restauração se deu comme da luta para a conquista deste espaço que não integrava os imóveis cedidos ao Piollin pelo Governo do Estado, em 1980.

O esforço para restauração da fábrica e adaptação ao funcionamento deste teatro Ca resposta nos editais de incentivo do Fundo Municipal de Cultura de João Pessoa e, principalmente, na existência da oficina, sobretudo a garra e sensibilidade de Naiaju. Do FMC ter os recursos financeiros para compra de material ea Oficina disponibilizou a mão de obra qualificada.

Graças a esse trabalho de recuperação da antiga fábrica, os imóveis do antigo Engenho Paul foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba – IPHAEP, em 2004, e, em virtude das pesquisas arqueológicas feitas na restauração desta fábrica, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional incluiu oficialmente o antigo Engenho Paul no Cadastro Nacional dos Sítios Arqueológicos, em 28 de abril de 2005. diga-se de passagem, a Oficina Escola também se encontra fechada.

Nossos onze anos de funcionamento do teatro, mas precisamente nenhum período compreendido entre 2015 e 2016, têm dificuldades em encontrar um espaço como dimensões e especificidades do Teatro Piollin já se apresentaram com nitidez. Somado a este fato, projeto cênico concluído, restando a dos sanitários do espaço público, dentre as outras melhorias ainda não de construção para o espaço público, dentre as outras melhorias que ainda não foram construídas, a exemplo da experiência de uso acústico, camarins, dentre eles

Ciente desta situação real, a partir de 2016, tomou a iniciativa de procurar o Governo do Estado, SESC-PB e Prefeitura de João Pessoa, após consulta interna a Piollin que decidiu em ceder o Teatro Piollin à Assembleia de João Pessoa, considerando o Positivo da gestão municipal em retorno a administração do imóvel.

Em seguida, foi assinado um “Termo de Cesão” entre o Centro Cultural Piollin e a Secretaria de Planejamento de João Pessoa na gestão do Prefeito Luciano Cartaxo. Mas o fato é que o que acordou prosperou, mesmo com o não prosseguimento das obras de requalificação do Parque Arruda Câmara, a popular Bica, com a qual os imóveis do antigo engenho fronteira.

A decisão da gestão municipal de João Pessoa de priorizar a restauração da Bica, desde o início da definição do chamado “Plano de Requalificação do Parque Zoobotânico Arruda Câmara”, em 2006, tornou-se clara uma oportunidade para o complexo Piollin pit incluído esse processo de modo a contribuirmente para ou minimizar problemas sérios, por um longo processo de gestão de um conjunto de imóveis para sua jornada de gestão.

Em abril do ano passado, reiniciei os entendimentos com a Prefeitura de João Pessoa, após a posse da nova gestão, visando à retomada da cessão do Teatro Piollin. Sobre esta fé bem produzida, produzida pela Fundação Cultural de João Pessoa, que cuida de um espaço ceco de fato de porte e com especificidades e potencial para este teatro cultural da cidade, necessário para uma interface com as ações educativas e ambientais do Parque Arruda Câmara.

Quero claro, por fim, que os desdobramentos fazem esse processo dependente das pessoas que o núcleo Piollin e que fizeram e ainda a sua longa história. Pense que é urgente mostrar, de forma clara e pública. o que foi feito pela entidade ao longo dos seus 45 anos de atuação. São muitos resultados complexos e complexos conjuntos complexos, mas há problemas na gestão de um muitos imóveis como são os imóveis como os imóveis de rapadura/teatro – e duas fábricas de rapadura/teatro – e duas novas: o Galpão Cir e o de salas de aulas/refeitório e cozinha

Neste Dia Internacional de Teatro, o teatro produzido em João Pessoa tem muito que comemorar. Houve, por exemplo, um aumento no público a partir de 19, para um aumento de 8 anos, uma das temporadas dos grupos do Teatro pela UF6PB, e uma das temporadas do Bacharelado do Teatro pela UF, entretanto, ainda é necessário esse grito de alerta de situação 200. do Teatro Piollin e também do Teatro da Juteca, situados no bairro popular de Cruz da Armas (João Pessoa-PB), que se encontra fechado há mais de trêsades.

*****

Buda Lira é ator e produtor cultural

Leave a Comment

Your email address will not be published.