Sulacap aposta em atividades culturais para reviver tempos áureos

Era domingo de Carnaval e várias luzes começaram a acender no Edifício Sulacap. Núcleos, projetos e artistas se colocando nas janelas da varanda para o evento que ficou batizado como Paredão Tropical, reunindo nomes como Brown, Gaby, Xanddy, Lia de Itamaracá e blocos afro that prédio que é referência na festa e também na cidade.

Cada luz acesa no espaço de memória também ilumina um espaço que chama a atenção para ser um símbolo de uma era de tempos modernos em Salvador, que enfrentará um pouco de importância que reerguer. Ações como o Paredão Tropical, patrocinado pela Devassa, impulsionador, elementos como a cultura para revitalização, elementos como a cultura para revitalizar, usar e ainda usar os problemas para enfrentar.

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Síndico do Sulacap desde abril do ano passado, Adson Improta confirmou que o grande objetivo da gestão é mudar a ideia de que o prédio está abandonado. Desde que assuma, aposta em ações como programas de eventos, e a construção de uma identidade de comunicação, cultural própria para revitalização dos espaços.

Música, moda e recordação – O Paredão Cultural fé uma espécie de cereja do bolo. Antes disso, o prédio ganhou uma nova cafeteria, no térreo, iniciou um espaço de espaços físicos. Os próximos passos, conta, é a abertura de mais um café bistro e a galeria de arte no terraço do prédio, com vista para a Baía de Todos os Santos.

Adson Improta é síndico do Sulacap desde abril do ano passado (Foto: Marina Silva/CORREIO)

Nesta quinta (10), o local recebe um desfile de moda promovido por um de seus condôminos, Ualisson Costa, dono da Ual Produções – empresa que trabalha com agenciamento de modelos oriundos da periferia. No Sulaverão, 10 modelos vão desfilar coleções da temporada feitas por lojistas parceliros da agência.

“De daí, temos vários projetos. Desfiles de moda, apresentação de canto lírico e também de rapel, segurança e salvamento, para mostrar uma parte educativa, cultural, esportiva. Estamos com a possibilidade de trazer um evento gastronômico nacional”, enumera Improta .

Tempos áureos – Obra remanescente de Art Déco, onde a fé Sulacap foi inaugurada em 1946, quando uma cidade pensada em criar uma nova ambientação para seu centro econômico, que girava entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile. O historiador Rafael Dantas explicou que Salvador ainda tinha um ar muito colonial e tentou fazer um projeto semelhante ao que o Rio de Janeiro viveu nos anos 1920 com uma série de reformas em sua estrutura física, novas construções e busca pela modernidade.

“Na década de 1940, o Sulacap é inaugurado, com Salvador buscando uma cidade moderna na contramão de uma cidade antiga. Por isso é um prédio grande, um prédio de escritórios”, afirmou Rafael.

Após anos, o prédio iniciou um processo de vida nos anos 1970 Foi quando o então então, Antônio Magalhães, dirigindo-se de chamadas Avenidas de Vale como Bonocô para Nazaré, Canela, o crescimento da cidade para Nazaré. regiões do Iguatemi e Paralela – consolidada entre os anos 1990 e 2000, levando a pompa comercial para essas regiões.

O prédio é tombado desde 2008 pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) desde 2008. Segundo Improta, há um projeto de captação para continuar com os reparos e a gestão aguardando a oportunidade de se unidade com o prefeito de Salvador, Bruno Reis , para pedir apoio nas intervenções de recuperação. Ainda de acordo com o síndico, um projeto de abril e de estrutura será divulgado novo na primeira quinzena.

Mestrando em Cultura Material e Iconografia pela Ufba, Rafael Dantas avalia que obras no prédio, por si só são suficientes para uma revitalização do espaço: “O Sulacap, sozinho, passando por tudo isso, não vai chegar, alcançar e alcançar vitórias. É preciso que, com as galerias, projetos sejam ligados à cultura, todo o entorno também pulsante. Assim como era quando o prédio foi inaugurado”, acreditad Rafael.

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