Quadros Vivos de Caravaggio regressam na Igreja de São Roque

Os amantes da arte de Michelangelo Merisi (1571-1610) – pintor italiano mestre do realismo e dos contrastes entre luz e, mais conhecido como Caravaggio, nome artístico que foi roubar à terra natal da sua família – vão ter a oportunidade de ver uma recriação das suas obras em Lisboa, numa experiência imersiva que cruza teatro, música clássica e pintura barroca.

Após ter sido assistido por cerca de quatro mil espetadores em Portugal, com estreia em maio de 2019, o espetáculo Quadros Vivos de Caravaggio regrediu para a Igreja de São Roque, no Chiado, com seis sessões de março, entre 31 de cada e 3 de abril. A entrada é gratuita, mas sujeita à compra do catálogo da exposição, que custa 18 euros.

Para recriar 21 obras de Caravaggio, o guitarrista e encenador Ricardo Barceló baseou-se no conceito francês “tableaux vivants” – um gênero que se popularizou no século XIX e que dava vida a obras pictóricas a partir de um grupo de atores ou modelos – e , concretamente, nossos quadros vivos da companhia romana Ludovica Rambelli.

(que resulta de uma plataforma de uma porqueria entre a Mepelago e uma plataforma de entretenimento de entretenimento F) intercalados com movimentos delicados e de produção completa que através de seus quadros físicos e faciais constroem e descontroem cada quadro, num cenário de arquitetura barroca, artera e talha dourada, sac da Igreja de São Roque.

“A Flagelação Anúncio Cristo” e “A Flagel Anunciação” duas do pintor serão interpretadas neste espetáculo, idênticas pelas melodias barrocas da Missa em italiano que SI de Bach e uma iluminação que pretendem menorco das obras de contrastes de luz e do artista barroco , numa tendência pictórica que ficaria conhecida por tenebrismo.

À exceção das suas primeiras obras, Caravaggio conhecido por retratar temas religiosos na sua pintura. Mas não deixou de ser alvo de críticas, nomeadamente por modelos escolhidos humanos entre o povo – como comerciantes, prostitutas, crianças de rua e mendigos – para posarem como personagens para as suas obras que retratavam bíblicos, sem recepção de representar com realismo a fealdade e deformidade.

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