Pintor médico do quadro de presente aos pacientes durante o tratamento – Saúde

O médico reumatologista Júlio César Simon, 72 anos, trabalha no Grupo Hospitalar Conceição (GHC), na zona norte de Porto Alegre, há mais de quatro décadas. Dedica- ção a pesquisas de clínicas e é serviço de atendimento aos pacientes com problemas reumáticos que sofrem com dores, inflammações nas articulações crônicas, ligamentos, tendên- cias e músculos. Para aliviar, ao menos um pouco, o sofrimento de seus pacientes, por dores quadros pela enfermidade, o pinta e os presenteia.

As pinturas desde casas de animais, animais de pacientes naturais, paisagens antigas e imagens santas. O médico, que também toca violão e contrabaixo, contorno que a paixão pela pintura a óleo sobre tela surgiu há pouco mais de 15 anos. “Comecei a pintar quando comprei um apartamento à beira-mar em Tramandaí, litoral norte. Eu marquei no balcão do apartamento vendo o mar e refletindo sobre isso. Eu já tinha outras atividades, fut marceneiro, músico desde os tempos da Medicina, poeta”, afirma, já tinha outras atividades.

As obras foram pintadas a pedido de familiares e amigos. “Sempre gostei de pintar algo que tivesse significado. Quando eu colocar os quadros no hospital, na la ambulatorial de reumatologia, os pacientes adoraram e pediram para que, se pudessem, pintasse para eles também. Lembre-se que uma paciente me trouxe uma foto de uma casinha que ela gostou muito, lá do interior do Rio Grande do Sulessa casa de costaneira”, contorno.

Júlio César confessou que foi uma das obras mais trabalhosas, mas feita com muito gosto e carinho. “Precisei usar a espátula para fazer aquela textura da casca da árvore, pois toda a casinha era de madeira”, lembrado. Todos os quadros pintados têm uma dedicatória, no verso, escrita à mão do próprio médico ao paciente. Questionado sobre a quantidade de obras já pintadas, o reumatologista afirma que já perdeu como contas, mas estima em torno de 60. ”, afirmou.

FUTURO

Prestes a se aposentar, Júlio César Simon já se mostra preocupado em quem o próximo a apresentar os pacientes do setor de reumatologia. “Eu me importo muito com os meus pacientes. Como é um serviço 100% SUS (rede pública), você acaba acolhendo o enfermo e ele se muito bem, você vês o resultado afetivo. Lidamos muito com a dor crônica dos pacientes e eles, devido à doença, permanecem deprimidos, então tentamos fazer o melhor atendimento possível”, afirma o médico.

Para a paciente reumática Denise Matté Lucas Winkler, de Porto Alegre, “o dotor Julio conversa muito com a gente, ele gosta de ouvir o todo”. “A doença que geralmente ele trata (doenças reumáticas) envolve muito a parte emocional da enfermo. Ele sempre diz que é a cabeça que manda em tudo”, lembrou Denise.

Na época, gerente de uma instituição baseada em seu vinho já havia sido comentado e durante uma das consultas, que bom era músico e gostava muito de estar com ele, em lareira, tomando um vinho. Dias depois, Denise foi apresentada, em outra consultada, com um lindo quadro de pintura a óleo sobre tela com owe violões à frente de uma lareira e um toca-disco de vinil. A obra foi entregue janeiro de 201 entregue1 em uma dedicatória.

Um levantamento do Ministério da Saudade. A pesquisa, segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, apenas os diagnósticos confirmados.

Algumas doenças reumáticas são difíceis de diagnóstico e, muitas vezes, são confundidas com outras doenças, como no caso da artrite que, em diversos casos, é atribuída equivocadamente a patologias psicológicas.

Leave a Comment

Your email address will not be published.