Pagoda Por Elas faz 1º festival só com atrações femininas




Lari Araújo, percussionista

Foto: Divulgação

Após mais de 30 anos do genero musical pagode ba, o Festival Digital Pagode Por Elas será o primeiro de pagodão com mulheres como principais na grade de programação.

Rai Ferreira, A Menina, A Mavaldona e DJ Belle são atrações confirmadas do festival, que será entregue no dia 29 de abril, às 19h.

A apresentação do Festival Digital será comandada pela cantora e compositora Manoca Costa e a banda base terá apenas instrumentistas mulheres.

Este projeto de fé contemplado pelo Prêmio Riachão e será uma versão de bolso para o Festival Pagode desenvolvido, e déenvolvido com patrocínio da Natura Musical, a ocorrer em dezembro.

Construir uma década nova do pagode para e para elas é o objeto principal de uma plataforma de conexão, informação e manutenção, o Pagode Por Elas (PPE). “As mulheres estão disputando 20 anos, sem protagonismo, sem protagonismo, devido à falta de oportunidade e ao discredito de contratação e contratos concedidos”, considerou a co-fundadora e gerente de projetos do PPE, Beatriz Almeida.



DJ Linda

DJ Bela

Foto: Divulgação

Em 2019, em pesquisa realizada pela Pagode Por Elas, com 627 respostas, mais de 80% das pessoas afirmaram que gostariam de consumir mulher no pagode. No entanto, mais de 50% afirmaram que não conheciam nem sequer uma vocalista mulher.

“From this pesquisa que realizamos, notamos uma demande reprimida do público, enquanto as grandes mídias et contratantes invisibilizam e invisibilizam and in growth, notamos uma demande reprimida do público, enquanto as grandes mídias et invisibilizam and in growths invisibilizam, a divulgação e o das oficias femininas no Pagodão”, completou Beat.



Na menina

Na menina

Foto: Divulgação

Nova Década do Pagodão

A partir de 2019, a Pagode Por Elas tem buscado desenvolver frentes de atuação para revolucionar a cena musical do pagode baiano e a voyageória das mulheres da música. Entre os feitos da plataforma, está o primeiro artigo científico, a minissérie documental “Pagodão: A cena por elas”, o Podcast Pagode Por Elas e a reportagem especial “As donas da zorra toda”.

Além disso, neste ano, lanceram a comunidade Som Por Elas, a frente de educação da plataforma, para profissionalizar e conectar mulheres da música baiana a conhecimento, rede e oportunidades. Sendo o Festival Pagode Por Elas, a culminância movimento por mais representatividade e diversidade deste Pagode Baiano e em toda a indústria musical.



Manoca

Manoca

Foto: Divulgação

“O Festival Pagode Por Elas será o resultado de 20 anos de muito trabalho nas mulheres do pagode baiano por protagonismo. Vamos gerar renda para mulheres num mercado que beneficia apenas os homens, tanto nos palcos quanto no backstage”, comentou Beatriz sobre a importância de ter a programação inteiramente de mulheres e equipe técnica majoritariamente feminina.

Na segunda pesquisa de consumo realizada pela PPE em 2021, com 918, os resultados do trabalho da Pagode Por Elas, já poderiam ser respostas de reconhecimento, pois apenas 9,2% das pessoas afirmaram que gostariam de consumir mulher no pagode, mas não conheciam.

“Desse modo, o Festival Pagode Por Elas surge como o início de uma nova década, na qual, o espaço de protagonismo é garantiedo também para as mulheres. Sendo assim, o Festival seria também veículo para ampliar a divulgação destes nacionalmente e levar um Pagodão representante da Bahia para o Brasil”, concluiu a cofundadora Beatriz Almeida.

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