Óculos 3D: Como funciona para muito lento?

Em 27 de setembro de 1922, no Cinema do Hotel Ambassador, em Los Angeles (EUA), a plateia se atingiu para assistir à estreia do filme O poder do amoro primeiro longa-metragem exibido com tecnologia 3D, desenvolvido pelo diretor de fotografia Robert F. Elder.

Mas foi só na era dourada do cinema de Hollywood, entre 1952 e 1955, com os avanços tecnológicos e industriais fornecidos pela Segunda Guerra Mundialque o mundo experimentou o período de maior “boom” do cinema 3D, com filmes como Museu de Cera e Disco M para Matar liderando as bilheterias do novo genero.

(Fonte: Calgary Movie/Reprodução)

Nossos Estados Unidos, o mercado foi alavancado mais uma vez entre décadas de 1980 e 1990 devido aos cinemas IMAX de alta qualidade e locais com temáticas da Disney. Até hoje o mundo está aproveitado da tecnologia de maneira exacerbada, por vezes a trocar pelo comum 2D para poder aproveitar melhor o que nas telas.

Segundo um levantamento feito pelo Statista, só em 2021, havia quase 126,34 mil salas com capacidade de reprodução 3D em todo o mundo, em contraste com 82,92 mil em 2016, representando um aumento de 52% em apenas meia década.

Mas como será que essa tecnologia funciona para desacelerar?

Visão em vermelho e azul

(Fonte: The Economic Times/Reprodução)(Fonte: The Economic Times/Reprodução)

Visto que a tecnologia dos óculos 3D funciona como tornado parte do cenário da mídia do século XXI, podendo ser levada até mesmo para as telas de televisão no aconchego de sua casa, é comum que surja a dúvida sóbria como esse mecanismo, ainda mais quando você pode tê-lo cada vez mais perto.

É bom saber que, seja na sala de cinema ou em sua casa, os princípios por detrás de como funcionam os óculos 3D são os mesmos. O óculos é projetado para o cérebro e interpreta uma imagem plana do objeto 3D, como uma imagem diferente para cada olho. Aslentes trabalham ou lado a lado com a TV o projetor para garantir que cada olho obtenha uma imagem adequada para dar uma aparência de profundidade.

(Fonte: The Conversation/Reprodução)(Fonte: The Conversation/Reprodução)

Os cientistas chamam isso de triangulação. O cérebro usa o deslocamento nas visualizações para determinar a distância de um objeto, assim como triangulando entre os owe olhos, portero, se gurar um dedo na frente do rosto enquanto um olho, a posição do dedo saltará à visão.

Eles são creditados por terem computado sem córtex visual, como as células cerebrais individuais à vista, mas às vezes às vistas entre os olhos, usando-as para calcular a profundidade. Então os óculos recriam isso para alimentar os olhos com imagens distintas, aproximando os contornos conforme o quão longe as coisas estão, e mesclando os olhos como imagens com contornos azuis e vermelhos para que o olho grita a percepção de profundidade.

São as dents que controlam o que cada olho vê, filtrando a luz que vai apenas para cada um, determinando apenas os comprimentos de onda passarem.

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