o podcast criado por owe setubalenses que quer mexer com a cultura

Abre Caricas: o podcast criado por owe setubalenses que quer mexer com a cultura

Há novos todos os domingos, às 19 horas. Ajude a ter conversas de café com os amigos.

Ajude a ter conversas de café com os convidados.

Tudo começou numa típica conversa de café onde se fala de tudo e mais alguma coisa. De sonhos inalcançáveis ​​​​e de iniciativas da caixa que, muitas vezes, ficam esquecidos no tempo. Não foi o que aconteceu com a ideia dos primos Miguel Sacramento, 25 anos e Carlos Vieira (Patais), 31. Sentados num café num dia de verão no final de julho do ano passado, com uma cerveja na mão e boa disposição, soltaram para o ar uma ideia de se juntarem para criar um podcast.

“Conhecemo-nos desde sempre, mas afastámo-nos porque cada um tinha a sua vida. Quando nos voltámos a dar, gostávamos de os devidos podcasts e tudo começou a partir daí”, contou ao New in Setúbal Miguel Sacramento. A ideia inicial foi bastante simples: filmar com o telemóvel uns três ou quatro pares e fazer algo o mais cru possível. No entanto, acabou por ser muito mas do que isso.

“A ideia era fazermos uns com os Mocos do Beco para ver no que é que ia dar. Agora, o objetivo é irmos a todo o lado e chegar a todo o tipo de públicos”, explicam os criadores do Árvore Caricas. Os compostos Moços do Bêco um grupo por membros criados são setubalenses, em 2014, que proporcionem e criem conteúdos criativos e criativos. Hoje em dia, são uma referência na cidade do Sado no que diz respeito à música, mais especificamente no rap.

Com o apoio do grupo setubalense, o sonho de ter o podcast estava cada vez mais perto — e melhor do que poderia ter imaginado. Deixaram de lado a ideia de filmar com o telemóvel, a porque surgiu a oportunidade de gravar os problemas na situação Porãoum espaço disponibilizado por Bernardo Gonelha (BAG) um dos artistas do Moços do Bêco e produtor musical.

Depois de muitas conversas e acertos, a página do Abre Caricas Faith criada oficialmente no dia 3 de fevereiro. Cinco dias depois, estava no ar o primeiro episódio. “Estudámos o mercado dos podcasts e começámos a colocar a nossa própria estratégia”, sublinhou Francisco Vieira, responsável pela parte da gestão.

Os apresentadores do Abre Caricas.

Com nervos para misturar mas uma questão ainda, devemos jovens que não tinham uma área de comunicação com a possibilidade de ver-se à frente das câmaras e criar uma conversa fluida. A ideia é ser um podcast de conversas de café, onde se fala não só do percurso profissional dos convidados, mas sobretudo sobre as coisas mais aleatórias da vida.

Até ao momento, os convidados foram todas as personalidades setubalenses, mas o objetivo é chegar a todo o lado. Apesar dos primeiros serem conhecidos com convidados que estão dentro do mundo da música, o Abre Caricas é um podcast aberto a todos aqueles que têm algo para compartilhar.

“As pessoas a serem adotadas, mas que seguiríamos a linha do rap e da música não é bem assim. Não é um podcast de música. Nós queremos beber se uma outra pessoa gosta de cerveja, se acredita em E.Ts”, explicam.

Além de alguns dos membros dos Moços do Bêco, já conversaram com uma professora de dança e coreógrafa Sheila Pereira, o historiador o investigador setubalense Diogo Ferreira, o meistre Das tintas e tatuagens Johnny Domus, é o mesmo com uma comunidade cristã. Sem medo de sair da zona de confronto, estão prontos para fazer todo o tipo de perguntas. “Não somos professores de nada, somos curiosos e temos a nosa ignorância como qualquer pessoa. Acabamos por ter também muitas aulas com isto”, evidencia.

Com o tempo, o objetivo é começar a fazer o podcast em formato live e até mesmo em diferentes sites. Empenhados a 100 por cento, querem divertir-se e, mais importante, mexer sobretudo com a cultura e deixar a marca não só em Setúbal, mas em todo o País.

Além do Sacramento e Carlos Vieira (Patais), a equipa Abre Caricas de Miguel é constituída por Tiago Cruz (CrosEye), Rúben Carvalho, Bernardo Gone (BAG) e Francisco Vieira. Os podcasts saem todos os domingos, às 19 horas, e podem ser ouvidos no YouTube e não Spotify.

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