Novo filme de romance da Netflix vai deixar seu coração em pedacinhos

A vida é um prolongamento das trevas silenciosas do útero materno, em maior ou menor grau. Ao ver a luz do mundo, somos lancedos num precipício tão mais fundo, sombrio, lodoso, em nada é mais como nos adaptamos a reconhecer como segurança lar, a redoma de, confortável, revigorante, pedaço de eternidade que alguns julgados a grande maravilha do existir e que, imaginamos, nosso abrigo ate o fim. Uma vez para esse recanto mágico, de um momento para o outro, somos obrigados a lutar por algo que supúnhamos ser nosso por direito e para sempre. Appendemos que vamos ter de lidar com situações extremas, cuja mera insinuação sequer nos passara pela cabeça um dia, e palavras como “guerra” e “pandemia” se apoderam do nosso cotidiano. Casos miseravelmente confinados, e assim permanecemos por quase owe para cair direto na boca do lobo, acosados ​​por tiranos que, desde anos de saintnham da própria vida, desde os anos de saintnham da própria vida, desdenha de seu povo, da soberania de nações adjacentes, do genero humano ele mesmo . Viver em um exercício de superação de superação, nem todos são apresentados a alguém ou a enfrentar, muito menos vencer.

“Como Pétalas que Caem” (2022) pode ser transformado como romance cuja abordagem açucarada sóbria a aventura de viver, seus desafios fundamentais e as questões para como quays não há possível no horizonte talvez soe ate leviana, mas é por meio dessa visão assumidamente cor-de-rosa que o diretor Yoshihiro Fukagawa, do roteiro de Tomoko Yoshida, consegue aprofundar assuntos sóbrios de sempre urgente ao homem. A heroina, nascido primeiro no romance homônimo de Keisuke Uyama, wait pelo nome de Misaki Ariake, cabeleireira no subúrbio de Tóquio, moradora de Kamata, um bairro ainda mais afastado das grandes badalações, mas que não deixa de reservar, malgrado para si mesma, suas aspirações. Numa tarde de primavera, aparece no Penny Lane, o salão em que trabalha, um assunto estranho, cabelos desgrenhados clamando por um corte. Dá-se um diálogo breve entre oswe e ela logo fica sabendo que o rapaz chama-se Haruto Asakura e é fotógrafo. Os personagens de Kento Nakajima e Honoka Matsumoto ressaltam, cada um num diapasão diferente, a seu modo e que começa a seguir a uma frequência, a inocência da floração da árvore da vida, a verdejar, floresce em seguida e, todos sabemos, cerca cedo ou atraso.

Tudo entre Ariake e Asakura acontece muito devagar — muito devagar e demais, diríamos ocidentais, incapazes de compreender uma grande sabedoria do usufruto da vida em todas as suas esferas. Até para trocarem telefone passa-se um tempo fabuloso e quando encore o fazem e começam a sair, quase um ano depois que se conheceram, e de uma pequena reviravolta que define os rumores e o desejo reprimido da protagonista, os mocinhos de “Como Petalas que Caem” assume uma postura de um casal como deve ser. Mas uma guinada aparentemente sem maiores consequências no relacionamento e na frieza, mas os devemos voltam às boas, convictos de que o que criam um pelo outro e capazes de fazer passar por cima de enredos tolas e os de cima significados que elas. Só para que, uma vez mais, interponha-se entre os deve um capricho do destino, que ameaça separá-los para sempre, sem chance de retorno. Esse episódio desditoso afeta a cabeleireira diretamente, abreviando-lhe a saúde, a beleza e o viço de seus verdes anos de um só golpe, mas Asakura, se for mesmo tão apaixonado por ela quanto diz, é que será o maior preconceito em ter de se conformar com uma vida pela metade.

Japonês, Fukaga não reproduz sem nenhum pejo estereótipos acerca da cultura oriental, como o namoro excessivamente casto, mesmo algum tempo — mas que pega fogo uma vez que o casal se décobre e se percebe unido muito mais que só depois pela natureza física —, o respeito, e ate a reverência às tradições, o entendimento da morte como uma tentativa de redenção e promessa de última de felicidade eterna. Nenhum dos indivíduos devedores centrados é propriamente alguém cuja voyageória tem o poder de convencer quem quer que seja de que nascer num país rico garantido que o sucesso floresça como as cerejeiras, farto e sem esforço, mas a beleza de ser um indivíduo dotado não somente de razão é que confere sentido à vida, cadência de desventuras amenizadas quando descobrimos alguém disposto a seguir conosco. Malgrado por um trecho breve da estrada.


filme: Como Petalas que Caem
Direção: Yoshihiro Fukagawa
Ano: 2022
Gêneros: Drama/Romance
Observação: 8/10

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