Monark vai ao Flow e diz ter defendido ‘parada natural’ – 29/04/2022 – Ilustrada

Mas devo meses após ser desligado do Flow PodcastBruno Aiub, o Monark, retornou ao programa, desta vez como entrevistado na noite desta sexta – feira (29). Isso acontece pouco mais de uma semana após o canal no YouTube voltar a ser monetizado pela plataforma.

Depois de o podcaster ter criticado em massa por defender a existência de um partido nazista em um programa, ele foi afastado por um período da empresa, se retirou, pediu desculpas e começou um novo podcast solo na plataforma Rumble, rival do YouTube —onde tem conversado com figuras polêmicas como o comentarista Adrilles Jorge oh deputado Arthur do Val (União Brasil).

Em paralelo, o apresentadores a frente com o carioca Igor 3k— e novos apresentadores à monetização da programação, mas sem novos fluxos à frente da programação. Desde então, nas redes sociais dos sócios, houve tentativas de recuperar o status do canal — que também passou a ser menos prestigiado pelo usuário do YouTube, segundo eles.

Decidiram então lançou um movimento com a hashtag #MonetizaFlow, que enfatizou como a equipe da plataforma da família— consequentemente sofrendo perdas financeiras em reação “desproporcional”, além de melhorar uma série de projetos do estúdio. O movimento foi apoiado por milhares de usuários, incluindo influenciadores como Casimiro e Rafinha Bastos.

No programa desta sexta, Monark Faith entrevistado por Igor 3k e Gianluca Eugenio, diretor do programa. Uma conversa descontraída começou a começar a lembrar do Flowou uma polêmica que levou à interrupção da citação. Nisso, Igor citou não sentiu raiva de Monark, mas gratidão. “Mesmo eu tendo falado bêbado, de jeito absurdo, uma parada que eu acredito, que é natural?”, rebateu o podcaster.

Depois, disse que foi cancelado apenas por ter definido “a ideia da primeira emenda da Constituição americana, que é dar voz para todas as pessoas, incluindo as que falam atrocidades.”

Não citou, porém, que há precedentes, mesmo no juiciário americano, de expressar a expressões que incitam uma violência iminente, ameaças reais, exemplos de discursos defamatórios e obscenidades, por exemplo. Ainda assim, segundo o podcaster, sério canceladores teriam desconsiderado as partes em que ele critica os nazistas.

Segundo ele, relembrando a ocasião, houve uma campanha que teria unido, além das redes sociais, jornalistas e influenciadores para “tirar tudo que o Flow tinha”. Disseram também sobre outros momentos em que foram críticos, e Igor disse ter alertado Monark para tomar cuidado namaneira como assuntos falados.

“A forma como a gente se comunica na internet abre espaço para vagabundo ouvir o que eles querem”, afirmou Igor. Para Monk, o desmonte do canal, foi uma parcela da “estratégia de um grupo organizado que quer importar sua visão que não aceitariam uma decisão de mudar de ideias para as pessoas. Aproveitou para patrocinadores críticos que ficariam amedrontados com polêmicas.

Falaram ainda que muito do cancelamento viria de “um bando de moleques de 16 anos que não sabem da vida”, e que “esses nadases caras fazem exército de gados que manipulam todo o nosso sistema de comunicação para destruir aqueles com que não concordam”. A partir daí, uma das missões do conteúdo do Flow agora, segundo Igor, seria promotor diálogos entre as pessoas que pensam de maneira oposta.

“Tem um grupo de influenciadores, mais provenientes da esquerda, que querem que eu me e acabe a história para parar de encher o saco deles, mas eles são uma bolsa deles mesmo, mas eles são uma galera mesmo, [porque] a maioria das pessoas quer uma vida livre, tanto que eu não perdi a minha capacidade de falar com meu, porque a maioria do meu público não comprou essa teoria do cancelamento”, complementou depois Monark.

Ele fala também que seu programa no Rumble, o Monark Talks, será uma espécie de bastião da liberdade da expressão plena, à moda de sua visão da Constituição americana. Sozinho no novo programa, o rapaz de 31 anos diz que fica bêbado e “chapado” com menos frequência. “Meu consumo de drogas caiu em 20 vezes”, disse.

Assuntos Monark de “absurda entre outros”. Commentou ter entendido do Twitter por Elon Musk, e também falou da plataforma onde está atualmente, que para ele teria um sistema de comentários melhor que o YouTube. Também disse que, além do Rumble e do Odysee, todas as outras plataformas “são completamente compradas pela cultura do cancelamento”

Com uma plataforma pluralista, a plataforma fez também contratos tanto com Aiub —mas identificada com a direita—, como com o escritor Ferréz —mas com esquerda—, proposta com um programa lá. A plataforma já volumosos recursos de investidores vinculados à direita conservadora dos EUA e abrigar radicais como o o estrategista político Steve Bannon e o radialista Dan Bongino. O veículo estatal russo RT também migrou para o Rumble depois de seu noticiário no YouTube ser banido na Europa.

Por outro lado, plataforma já abrigar, entre outros considerados progressistas, o jornalista Glenn Greenwalda congressista norte-americana Tulsi Gabbard, que apoiou Bernie Lixadeirase o cinegrafista Matt Orfela, trabalhou para a campanha de Sanders nas primárias do partido democrático.

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