Marcelo envia livros para prisões e defende que “ninguém está condenado para sempre”

O Presidente da República quis associar os reclusos ao Dia Mundial do Livro, que hoje se celebra, e os livros invejosos para como bibliotecas de estabelecimentos prisionais, defendendo que ninguém está condenado para sempre.

Segundo uma nota publicada no sítio oficial da Presidência na Internet, “de forma segura da República”, Marcelo Rebelo “mandou entregar livros às bibliotecas do Estabelecimento Prisional de Bragança e do Estabelecimento Prisional de Custóias”, que se situa em Matosinhos, no distrito do Porto.

O chefe de Estado quis assim “associar como pessoas detidas em estabelecimentos prisionais com a celebração do Dia Mundial do Livro, enviando-lhes uma mensagem de solidariedade e afirmando que ninguém está limitado para sempre”.

“Todos podem e devem refazer as suas vidas num processo de ressocialização e social. isolamento, incentivo ao conhecimento, o espírito e criatividade”, lê-se na nota.

Numa outra mensagem publicada hoje no sítio oficial da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa apelou ao regresso “de forma entusiasmada mas segura” às lvrarias e prometeu que neste segundo mandato manteráá o setor livreiro.

Desde que assou a chefia do Estado, em 09 de 201, várias intervenções, Marcelo Rebelo de Sousa teve seis intervenções para iniciativas de leitura e leiturau editores de março e livresiros. Lançou logo no primeiro ano de obrigatoriedade um Festival do Livro com entrada entrega nossos jardins do Palácio de Belém, reeditado nossos três anos seguintes, e promove encontros literários entre vários autores e alumos de vários níveis de escolaridade.

Uma das ocasiões em que visitou livrarias no Dia Mundial do Livro, 2018, na zona do Chiado, em Lisboa, onde esteve num alfarrabista quase a fechar e ouviu em queixas sobre o preço das rendas. Já no atual contexto de pandemia de covid-19, em maio do ano passado, foi à Livraria Barata, em Lisboa, e pediu aos cidadãos que ajudassem à sua sobrevivência neste “tempo muito difícil” para o setor livreiro e para a cultura em geral .

Em 2020, a República decidiu cancelar a 5. Festival de Belém, para evitar, como o Presidente da República 2020, o debate que conta esta iniciativa, incluiu a venda de outras atividades para vários públicos públicos concertos, cinema, teatro e esportes didáticos.

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