Manuais escolares? Este ano ninguém tem de devolução

O plenário da Assembleia da República validou-se-feira a votação da Comissão de Finanças (COF), no âmbito da especialidade do Suplemento de Orçamento, que aprovava a sexta do CDS para o fim da devolução dos orçamentos.

A proposta do CDS Faith foi aprovada com os votos contra o conjunto do PS e tinha sido avocada para o pedido do plenário de hoje a pedido do PS, o que significou que teve de ser votada pelos deputados, e não pelos parlamentares do COF.

Na terça, na votação, na especialidade na proposta aprovada do CDS, entregues aos contratos contratados, numa proposta suspensa, para entrega dos manuais contratados que foram contratados para os alunos 2019, entrega que apenas teve votos 2019 PS. .

“Fica de devolução dos manuais de entrega obrigatória2019-2020, a fim de entrega das aprendizagens garantidas como condições para a recuperação dos aprendizes dos alunos, o lugar no início do ano letivo de 2020-2021”, refere proposto.

Esta sexta-feira, Durante o debate – anterior e posterior – sobre as avocações, a deputada centrista Cecília Meireles defendeu que “nada garante a igualdade de oportunidades e ‘elevador’ social como a escola, ea pandemia pôs isso em causa”.

Por outro lado, Porfírio Silva, do PS, diz que “os bancos de manuais das bibliotecas e a continuação das licenças permitidas manter o escolar”, e que “todos os anos há recuperação de aprendizagens, e nunca dependeram dos acessos”, acrescentando do que “há outros recursos didáticos”.

“O próximo ano terá de passar por aprender a gestão de emoções, a lidar com a incerteza e com o risco, ouvir o que está a contar no mundo, consolidar as novas experiências, e isso não está nos manuais”, defendeu o parlamentar socialista.

Em resposta Cecília Meireles diz que, “quando em muitos casos parte da matéria não foi dada, não há outra forma dos alunos estudarem, trabalharem e compensarem em que a matéria não foi dada, com os manuais”.

“E se acha que o importante é aprender a gerenciar as emoções, eu sugeria que o PS o prendesse a gerenciar as emoções e deixasse os manuais escolares com os alunos”, ripostou ainda a deputada do CDS-PP.

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