Lollapalooza:ok faz show em meio a emissão de plágio – 26/2022 – Ilustrada

Acostumado a se apresentar em tudo quanto é festival de música mundo afora, passar aos palcos do Lollapalooza estrela, para Alokcomo apresentador de casa.

Sua apresentação começou pontualmente às 21h30 com uma pirotecnia que fez o chão tremer. Cruzar o caminho entre o palco em que Miley Cyrus, que fez o show mais concorrido Lollafé uma experiência antropológica.

No vai e vem, era possível personalizar os óculos de sol, o vestuário e o papo de quem ia em direção à apresentação de Miley —casais gays, jovens cobertos com a bandeira LGBTQIA+ e fãs de Hannah Montana— que caminhavam para Alok —casais heterossexuais or grupos só por amigos ou amigos, alguns usando ate cocares, o que hoje, na internet, é motivo para cancelamento imediato.

Ao verdes se aproximar do Perry’s by Doritos, o de Alok, já era possível ver os raios de luz e laranjas cruzando a linha do horizonte sem parecer ter um fim. Ó espetáculo de luzes, pelo qual o DJ já é conhecido desde uma live de seu apartamento que fez Durante a quarentena, fé um espetáculo à parte. A plateia todos os celulares celulares para compartilhar nas redes.

Uma diferença para quem já está melhor a suas apresentações, no entanto, salt olhos —ou, aos ouvidos. Com exceção de “Fuego”, Alok deixou de fora todos os hits que o alçaram à fama. Em vez deles, o DJ tocou sucessos de outros colegas, como “Titanium”, de David Guetta, clássicos como “Sweet Dreams, by Eurythmics, e até o pop britânico de Adele com uma versão eletrônica de “Rolling in the Depp”.

Alok conversou com algumas vezes, ou se deu com uma plateia já “alguém cansado” ou “alguém cansado”, mas não teve explicação sobre a ausência dos hits.

A princípio, o público pouco se importa. Sincronizados mãos para o alto, com ninguém ter como sentido falta de sucesso” e “Favela” Passados ​​40 minutos de show, no entanto, a plateia já demonstrou certo cansaço, o que o DJ tentou resolver emplacando um remix mais famoso de algum outro artista.

Por trás do setlist diferente, no entanto, pode haver uma batalha que devemos aos irmãos de DJs americanos que cresceram no Brasil estão travando contra Alok na Justiça.

Os irmãos Sevenn, como o duo é chamado, acusa o DJ brasileiro de lancer boa parte de seus maiores sucessos como “All I Want” e “Favela”, com produções suas, mas sem dar os créditos nem pagar por direitos autorais. Alok, que diz se não sens também processa os irmãos.

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