livros, guardanapos e papel higiênico mas caros

Subida do custo da energia e dos transportes gera carência de massa de celulose e madeira. Gigante Navigator sobe preços em dezembro.

O aumento dos preços da crise internacional dos transportes não vai ter preço dos produtos fabricados ou embalagens de papel higié com papel ou cartão, como jornais, guardanapos ou energia higié. O aviso do setor, que já está a ser submetido a preços devidos e de madeira de pasta de celulose.

Há duas crises a assolar o setor do papel. Uma é a subida exponencial do preço dos combustíveis, gás e eletricidade; ea outra é a despregada. “Honestamente, não sei qual é a pior”, desabafa José Manuel Lopes de Castro, presidente da Associação Portuguesa das Indústrias Gráficas e Transformadoras do Papel (Apigraf). A monte dos associados da Apigraf, há falta de pasta de papel e madeira, que é preciso importar e “é aí que começa o aumento”, identifica Lopes de Castro. Por um lado, a madeira não chega ou vem inflacionada, pois o transporte de cargas internacionais está mais caro. Por outro lado, a produção de massas é um grande consumidor de energia, “que também disparou de uma absolutamente incontrolável”, denota o diretivo associativo.

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