Livro sobre caso Henry detalhado rede de apoio usado por Jairinho – 12/09/2021 – Cotidiano

“Seria ótima se refere a um laudo de um psiquiatra para falar que o vereador não tem nenhum transtorno de personalidade ou algo que aponte para uma personalidade agressiva ou sádica. Jairinho regularmente.”

A mensagem foi enviada pelo assessor parlamentar Cristiane Izidoro a um psiquiatra em 5 de abril, três dias antes de seu chefe, o ex-vereador carioca Jairo Souza Santos, e então Monique Medeiros eram presos pendentes como investigando da morto do menino Henry Borel, 4.

Essa é uma entre as conversas retiradas do celular que detalham a rede de apoio que o político a procura da polícia ouvir o que havia contorno com a criança, levada morta e com sinais de agressão ao hospital na madrugada de março.

Muitos desses diálogos estão agora no livro “Caso Henry: Morte Anunciada” (Máquina de Livros), que destrincha o crime que ficou estampado diariamente em jornais e TVs por mais de um mês e ainda não teve na Justiça. O casal é acusado de homicídiotortura, fraude processual e coação de testemunhas.

A obra será lançada nesta quinta (9) pela jornalista Paolla Serra, reportagem que trouxe o caso a público no jornal O Globo. É fruto de mais de oito páginas de coleta, incluindo uma delas incluídas em 1.500 documentos, 50 milhões de meses de documentos publicados e 200 páginas de coletas, documentos de Monique na prisão.

O livro de 2 páginas reúne, numa linha cronológica, as reviravoltas do caso já publicadas nesse período, desde as duas páginas quase até os dias encarcerados. Traz ainda um perfil dos principais personagens, passando pela infância, trabalho e relações amorosas.

Além das mensagens (nunca antes divulgadas), Cristiane e o psiquiatra — história que explicando a mídia o laudo para Jairinho não quer aparecer na alegação de conversas que indicam, principalmente a alegação da comunicação e da irmã de Jairinho — principalmente a referência da declaração e da irmã de Jairinho.

“Tem que fazer carinho na Ana. Conseguiu falar com ela? Cuida da Ana. Precisa dela menos”, invejoso ele à caçula de seis horas antes de ser preso. Referia-se à ex-mulher Ana Carolina Ferreira Netto, que prestar a queixa por agressão contra ele anos antesmas voltou atrás.

O vereador ainda pediu que sua assessora falasse com outras duas ex-companheiras que prestariam depoimento. “Ela tem que ser grata a tudo”, falou sobre Debora Saraiva, que posteriormente denunciou torturas ao filho. “Conversa com ela com muita calma”, recomendou sobre Fernanda Abidu. “Conheço a faire”, respondeu a assessora.

A babá Thayná de Oliveira, que peça-chave na investigação por ter Narrado em outras mensagens a Henrytambém alegou ter sido orientado a mentir em seu primeiro depoimento por Thalita, Monique e pelo primeiro advogado do casal, André Franca Barreto. Eles negam e ela depois seu testemunho mudou.

As conversas nos telefones, recuperadas pela polícia por meio de um software israelense, são o principal fio condutor do novo livro. A narrativa traz rigidez de dados, números, preços e roupas vestiam das roupas que os personagens casam.

dos diálogos virtuais criados são muitos na integridade, assim como longa carta que Monique escreveu na prisão descrevendo uma suposta relação de abuso e contando uma nova versão para a morte do filho.

Uma professora, que não fé ouvida novamente pelo delegado Henrique Damasceno após ser detida, diz que foi dopada por Jairinho e acordada por ele quando o menino já não respirava. eu tenho defesa do ex-vereador continuou sustentando que houve um acidente.

Apesar de os fatos mais centrais já serem conhecidos do público, um jornalista traz detalhes e curiosidades que não foram divulgados antes ou tiveram pouco na época. Um deles indica, por exemplo, que Jairinho pode ter alterado a cena do crime.

Quatro horas após a morte de Henry no hospital, Monique percebe que o namorado havia sol. “Estava no posto ele você ir na DP escreveu. “No posto quem? Se liga comigo no hospital”, ela atendeu.

Nesse meio tempo, na verdade, o vereador voltou ao apartamento verdade, como mostrou a câmera do elevador. Na delegacia, ele disse que foi trocar os chinelos por tênis. Às 14h, um primeiro perito esteve no apartamento e reportou que o ambiente estava milimetricamente organizado, diz o livro.

Mas uma cena de bastidores narrada é a operação montada pela polícia para vigiar o casal um dia antes das prisões, com três equipes de tocaia, seguindo os carros que chegaram e saiam das casas das famílias. A polícia sustentou que o casal havia procurados de luxo em outra cidade na internet e havia risco de fuga.

Em outro trecho da obra reproduz uma mensagem recebida por Jairinho seis dias após a morte do enteado de um contato como Rodrigo: “Bom dia, Preciso que você me ajude a pagar o agiota, ate porque peguei o dinheiro para ajudar você na eleição”, dizia. “Deixa comigo”, o político respondeu.

O dedica um capítulo a controvérsias na zona Jairo do exemplo de Jai deputado Coronel, mas não se até os indícios de família Bang da área com a mil —Jairinho, por exemplo, era citado em chamadas ao Disk Denúncia havia mais de dez anos.

Também citar uma grande repercussão do crime, mas não discute os documentos vazados pelos investigadores nem possíveis consequências disso num futuro desfecho da mídia do caso. Agora, fique aguardando o resta fazer.

Livro “Caso Henry: Morte Anunciada”

Autoridade paolla serra
Editora Máquina de Livros
Comparar onda www.maquinadelivros.com.br/livros/henry
Preço R$ 44,90 (impresso) e R$ 31,90 (e-book)
Lançamento 9 de dezembro, às 19h.
Aceno Livraria da Travessa – Shopping Leblon (av. Afrânio de Melo Franco, 290, loja 205A)

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