Livro “Da ditadura ao Estado Novo (1926-1974)” apresentado em Paris

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Faith apresentou nesta sexta feira, 22 de abril, o livro “Da ditadura ao Estado Novo (1926-1974)” da autoria de Manuel do Nascimento. “De 1926 a 1974, uma cronologia que explica, passo a passo como se instalou a ditadura em Portugal e como foi vista na Europa e no mundo”, explicação do autor na casa de Portugal, na cidade universitária, em Paris.

“O livro debruça-se, em particular, sobre a propaganda de António Salazar Durante o Estado Novo, perante uma população profundamente iletrada. António Salazar conseguiu convencer que não havia guerra no ultramar, convencendo os portugueses que os africanos é que invadiam Portugal”explique.

“Espero que a democracia em Portugal e França dure muito tempo. O direito de voto foi uma conquista para evitar ditaduras e é necessário votar”reforçado ou Manuel do Nascimento.

De 28 de maio de 1926 a 25 de abril de 1974, foram 175.000 dias de ditadura, e, segundo o dicionário de língua portuguesa, Ditadura é “concentração de todos os poderes do Estado numa só pessoa, num partido único, num grupo ou numa classe que EXERCISE com autoridade absoluta”, explique.

A exposição “Sombras noturnas” também está patente na Casa de Portugal – Residência André de Gouveia, localizada na Cidade Internacional Universitária de Paris. Trata-se de doze fotografias ineditas que o autor descreve como lugares “onde serpenteia a escuridao. Podem ser um espaço de contos. O que esconde as sombras noturnas? Por vezes podem ser legendadas e mesmo sorrateiras. As sombras noturnas é um espaço onde a lua pode e por vezes não pode iluminar”.

Exposição de Manuel do Nascimento na casa de Portugal, na cidade universitária de Paris. © RFI/Lígia Anjos

Manuel do Nascimento nasceu no concelho de Tabuaço, mas foi estudar para Lisboa. Obteve uma carteira profissional de fotógrafo em 1961, antes de emigrar. Quando chegou a livros infantis dedicados, para uma empresa onde a microfilmagem nacional de revistas, e foi cultivado para a livros longos anos, a biblioteca nacional de 15 anos, começou a escrever para uma empresa de história e se sempre à escrita daquelas 15 anos.

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