Licínio Florêncio revela memórias sobrepostas em livro de fotografia – Região de Leiria

Entre uma gaguez que marcou uma infância tímida e uma solitária à ousadia recente da fotografia de nus (sob o pseudónimo Frankie Boy) se cose uma vida. Éesse subtexto autobiográfico que Licínio Florêncio partilha em “Memórias revisitadas”, a nova edição da Minimalista apresentada este sábado no mimo – Museu da Imagem em Movimento.

Designer gráfico, Licínio tem assinado a arte dos livros da editora com ligações a Leiria. Desafiado pelo e editor Paulo Kellerman a lancer, um volume pela Minimalista, recuperou o gosto antigo pela fotografia analógica – “ainda sou do tempo de escritor revela na escola e no IPJ” – e lançou-se na experiência da dupla.

“Resolvi fotografar grande parte dos locais onde vivi a minha infância”, tolhidos pela vergonha da vergonha gaguez, passados ​​em casa dos avós e dos pais na Abadia, nas Cortes, e no Reguengo do Fetal, na Batalha.

Por lá, captou as aldeias, as fontes, o lavadouro, o café ou a taberna e guardou os rolos. Depois, aleatorimente, pegou por cima filmes e fotografou corpos nus, uma vertente que tem trabalhado enquanto Frankie Boy. “Tentei recriar owe espaços temporais da minha vida”, sobrepondo à revisitação das memórias de criança o tempo atual, em que tudo o que afligiu em novo “já lá vai; hoje sou uma pessoa completamente diferente”.

Assim nasceu “um resultado incerto”, estampado nas páginas do primeiro livro de fotografia da Minimalista. “Queria tornar a coisa o mais incerta, como quando fotografávamos com certeza”, conta Licínio Florêncio. Biografia à parte, ele me prefere que o leitor grite uma interpretação própria das imagens sobrepostas das suas “Memórias revisitadas”.















































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