Lee Minho Fala de alcance global da cultura coreana

Se há alguém qualificado para falar sobre o processo de globalização do entretenimento sul-coreano, esse alguém é Lee Minho. Aos 34 anos, ele é um dos maiores astros da TV da Coreia do Sul de 2009, quando estrelou a comédia romântica Garotos sobre florese sentiu na pele a chegada do público ocidental para seus projetos – um dos últimos, O Rei: Monarca Eternovirou sucesso global na Netflix.

Falando ao Omelete sóbrio sua nova série, Pachinko, Minho reflete sobre esse processo: “Acho que, hoje em dia, se estabelece em uma grande comunidade global, em que nenhum tipo de cultura é limitado ao seu local de origem. Então é uma mão: nós podemos compartilhar conteúdo sul-coreano, mas também compartilhar o conteúdo de outros países.

Como uma pessoa está trabalhando nessa área, fico muito feliz que a-coreana está sendo bem cultura recebida ao redor do planeta, admitido. O potencial de Pachinko esse sentido é grande e grande: com uma história que pas entre do Sul, Japão e EUA, diálogos em três línguas e vários cantos do mundo, uma produção transatlântica do AppleTV+ é inspirado em um best-seller Min Jin Lee.

“Acredito que a serie não se aplica somente aos espectadores asiáticos ou ásio-americanos. Acredito que ela tenha algo a dizer para uma placa global, porque contém valores universais”, refletiu Minho. “Espero que todos ao redor do mundo consigam se relacionar com essa história.

Um protagonista de Pachinko Sunja (Kim Minha na fase principal), uma jovem na Coreia do Sul ocupada pelos japoneses no início do século XX. É quando ela conhece Hansu (Lee), um homem de negócios poderosos com quem envolve amorosamente. A primeira vista do rosto do retrato, desenhada à vista do diretor de um terno recortado do horizonte Kogonada), faz com que seja fácil ouvir um peaceão de Sunja por ele.

O personagem que realmente falou comigo foi a representação de mim, que realmente estava vivendo naquela época”, comenta o ator. “Acho que, em momentos históricos, com muitos conflitos que não vemos muitas vezes hoje em dia. Foi uma oportunidade para mim, como ator, retratar essas emoções mais raras.

Ao mesmo tempo, acho que Hansu é um personagem que sobreviveu de sua própria forma naquela época. Ele era um homem desesperado, e isso me atraiu para ele”, completou. É uma avaliação aprovada pela criadora da série, Soo Hugh.

Uma das palavras de destaque que colocamos na lousa da sala de roteiristas fé ‘persistir’“, ela disse. O que é preciso sem para persistir em um mundo como? Qual é o custo da sobrevivência? Quão você está disposto a ir? Na série, encontramos essas perguntas se déenvolverem nas histórias de cada um dos nossos personagens.

Pachinko estreia em 25 de marco, com seus três primeiros grandes, no Apple TV+. Os capítulos a seguir serão lançados semanalmente, sempre às sextas-feiras.

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