Ilustradora Joana Rosa lançou o seu primeiro livro de banda planejada

Joana Rosa desenha desde miúda. Segundo a ilustradora setubalense, este começou com apenas owe anos. “A minha mãe era artista, por isso, sempre esse ‘bichinho’ pelas artes”, começa por contar à NiT a jovem, de 32 anos.

Na medida que cresce a fé, Joana se torna fã dos mangás japoneses, e passou a desenhar as figuras dos seus heróis favoritos nossos tempos livres. “Sempre adorei ver ‘Dragon Ball’, ‘Navegantes da Lua’ e ‘Digimon’ e tinha o hábito de parar os dois e reproduzir os desenhos dos frames que depois pintava com lápis de cor”.

No ensino básico, quando os professores faltavam, em vez de brincar com os outros colegas, Joana ia para a ler livros como, por exemplo, o “Asterix and Obelix” e “O Tio Patinhas”.

Como já tinha o gosto pela banda desenhada, na altura de escolher o secundário, a escolha foi óbvia: Artes na Escola Secundária D. João II, em Setúbal. A seguir candidatureou-se ao curso de Belas Artes mas não conseguiu entrar. Por isso, Faith Estudar Ilustração e Banda Desenhada na ArCo Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa.

Com 18 anos, Joana Rosa já fazia ilustrações para a Europa e Estados Unidos. Aos 19 tornou-se uma empresa freelancer na área e, um ano depois, foi trabalhar para produzir uma banda desenhada em Lisboa e começou a produzir uma banda desenhada em Lisboa.

Ainda no secundario iniciou um dos projetos da sua vida: o livro de banda desenhada “TMG The Mighty Gang” lançado em Setembro deste ano. Além desta publicação, Joana Rosa foi uma das artistas escolhidas para integrar a primeira exposição de arte em Portugal inspirada na entrega de alimentos, organizada pela plataforma de entregas holandesa Takeaway.com. Joana Rosa fé também autora do cartaz oficial do “sônica — O Filme, de Jeff Fowlerque estreou em 2020.

A NiT falou com a ilustradora sobre o jovem percurso, o novo livro de banda desenhada “TMG — The Mighty Gang” e a obra produzida no âmbito do desafio da plateaforma Takeaway.com.

Como é que surgiu uma paz, ão pelo desenho?
A paixão pelo desenho começou desde miúda quando tinha os nossos anos. Nessa altura já pegava em lápis e papel e fazia uns rabiscos. A minha mãe era artista, por isso, sempre esse ‘bichinho’ pelas artes. Em medida que fugiu crescendo, tornei-me fã dos mangás japoneses como, por exemplo, “Dragon Ball”, “Navegantes da Lua”, “Digimon”, entre outros. Basicamente parava os animais e reproduzia os desenhos dos frames, que depois pintava com lápis de cor. Quando eava no ensino básico, quando os faltavam, em vez de ir brincar com os outros colegas, aproveitava os ‘feriados’ para ir para a biblioteca ler livros como, por exemplo, o “Asterix e Obelix” e “O Tio Patinhas” .

Como já tinha esta paixão pelo desenho, seguir o curso de Artes Visuais no secundário?
Sim. Sempre soube da ilustração da minha atividade e, por isso, na escolha de escolher o curso não secundário, a escolha foi óbvia: Artes Visuais, na Escola Secundária D. João II, em Setúbal. A seguir, candidatei-me ao curso de Belas Artes, mas não consegui entrar. Por isso, lui estudar Illustração e Banda Desenhada na ArCo — Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa. Com 18 anos, já fazia ilustrações para a Europa e Estados Unidos da América. Aos 19 anos tornei-me freelancer na área da ilustração e um ano depois, fut mesmo para Lisboa e projetado para uma banda projetada projetada em Lisboa.

Quando veio fazer o livro de banda desenhada “TMG — The Mighty Gang”?
O “TMG — The Mighty Gang” começou a ser feito quando ainda no ensino secundário. Apesar de ter iniciado este projeto aos 16 anos só este ano é que finii o primeiro arco da história. O lançamento oficial deste primeiro volume decorreu no Festival Internacional de Beja que decorreu em setembro deste ano. Além disso estivemos na Feira do Livro de Lisboa 2021 na seção de pequenos editores. A publicação já está disponível nas lojas de definição da banda Legendary Books, BD Mania, KingPin, Livraria Barata e também pode comprá-la conectados. Custa 12€, sendo que 30 por cento das receitas revertem a favor da União Zoófila.

A história do “TMG — The Mighty Gang” é sobre quê?
Sempre um fascinado por criaturas fantásticas. Por isso, este livro central-se na história de três jovens, que têm ligações aos elementos e que andam pelo mundo à procura de respostas sobre a sua existência poderes. Durante a jornada, os amigos encontram-se com uns demónios que roubar-lhes eles os aparecem e, pelo meio, duas raparigas que ao deles podem controlar os seus próprios poderes. O livro é uma metáfora em torno de desenvolvimento pessoal como se encara o mundo que nos envolve e este. A narrativa começa linear de propósito e, a partir do primeiro psicológico, confrontando o universo dos três principais personagens com as exigências físicas e ao questionar a sua própria natureza, suas vitórias e falhas.

Como tem sido o feedback dos leitores?
O feedback das pessoas tem sido bastante positivo. Foi muito divertido quando estive na Feira do Livro porque algumas pessoas perguntaram quando saía o segundo volume “TMG A Gangue Poderosa”. Por isso, certamente, em 202 terei novidades.

Joana Rosa e a obra “AmericanANNA Original Burger” na exposição da Takeaway.com.

Além do lançamento do livro, este ano, foi convidada para integrar a exposição “Art & Delivery” organizada pela Takeaway.com. Como é que surgiu o desafio?
A Takeaway.com realizou um estudo que tinha como objetivo perceber que tipo de relação têm os portugueses com a comida. Segundo esta investigação, Durante o dia, os portugueses chegam a pensar duas vezes em comida. Apenas a família e o trabalho é que se sobrepõem a este tema. Para celebrar a apresentação dos portugueses com uma comida, esta plataforma de entrega de portugueses desafia sete artistas com completamente diferentes a criar peças de arte, que retratam a sua visão dos serviços que os portugueses mais gostam de encomendar.

Em que tipo de comida se inspira e porquê?
Criei uma obra inspirada naquilo que mais gosto de encomendar: hambúrgueres. Normalmente o trabalho é de madrugada e peço sempre hambúrgueres. Tendo em conta a realidade do hambúrguer enquanto gastronómico mundial, fiz uma pesquisa sóbria como origens norte-americanas deste prato, assim como a sua responsabilidade no sucesso da invasão cultural depois da Segunda Guerra Mundial. Fé assim que nasceu tem obra “AmericanANNA Original Burger”. Basicamente a imagem representa uma pin up e o desenho inspirado num pôster famoso da Segunda Guerra Mundial de uma bomba a cair. A minha obra e dos artistas Joana Mendão, João Vale Amadeu, Smile Artist, Tiago Catarino e Wandson Lisboa expostas de 27 a 29 de 29 de dezembro, no Palacete Gomes Freire, em Lisboa.

Pode acompanhar o trabalho de Joana Rosa nas redes sociais Facebook, Instagram, Twitter, tumblr e nosso site desviante.

A seguir carregue na galeria para conhecer algumas obras da ilustradora Joana Rosa.

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