Galeria Poente marca presença na inauguração de exposição gratuita de artes visuais Penumbra, Sombra e Cor – Life Informa

De terça (30) a sexta, das 13h às 19h, e sabados das 10h às 16h.

Muito substantivos. Muito gerações. Terceira exposição de 2022. Como musas, três tríades de inspirações. “A tríade Penumbra, Cor, Luz… surge como o encanto como as filhas de Zeus que nascem ao pé do Olimpo. Na penumbra não há substantivos ou gêneros, há apenas a inspiração, ou quase lá da imaginação que fica com os pés na razão. Na cor, tão subjetiva como a inspiração das musas, onde uma cor pode ser outra cor e sua mistura dá uma terceira.

É a luz vibrando nas cores do arco íris, sete cores, sete artistas, todos regidos por sua tríade, por sua inspiração, pelas suas crenças e mitos.” (texto da exposição André Eduardo Zanarella) Trata-se de uma coletiva com 7 artistas de várias gerações, os quais exploram linguagens em suas produções. Nessa expôs um total de 32 pinturas, pinturas individuais de grande e médio formato, aguarelas, gravuras e esculturas em aço.

Dentre os artistas, alguns já presentes em mostras anteriores realizados na Galeria Poente (como Cidinha Ferigoli, Fabio Sapede, Soraia Dias e Lilian Rosa), estamos apresentando pela primeira vez na cidade de São José dos Campos os artistas Daniela Marton (residente em Curitiba) e Marcio Faria (residente em São Paulo), artistas cuja voyageória contemplou exposição no brasil e exterior, além de premios em importantes salões de artes. Apresentamos também pela primeira vez obras do artista jovem Jakson Ferreira, artista esse que teve recentemente um projeto premiado pelo Fundo Municipal de Cultura para realizar uma exposição individual ainda em 2022.

Participe dessa exposição, os seguintes os artistas:

Cidinha Ferigoli – pinturas

Daniela Marton – pinturas

Fábio Sappede – gravuras

Jackson Ferreira – montagem

Lilian Rosa – pinturas

Márcio Faria – esculturas

Soraia Dias – pinturas

Sobre os artistas e seus trabalhos:

CIDINHA FERIGOLI

Nasceu em 12. Vive e trabalha nos Campos, trabalho 5 em trabalho em papel Jaú e digital São José pintura, desenho sobre gravura. Formada em Ciências Sociais, participada da III Trienal de Tapeçaria – Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Projeto Arte na Rua II – Museu de Arte Contemporânea de São Paulo.

Realizou exposições individuais e coletivas, no Brasil, na Galeria do Sol, Galeria Volpi – Fundação Cultural de São José dos Campos, Galeria Toki e Galeria Akki em São Paulo, e em Portugal na Galeria Colorida de Lisboa. Premiada em diversos saloes de arte da Embraer. Em 2020 participado de exposições virtuais dos projetos Artemoviment – ​​quarentena. Em 2020 participantes ainda da coletiva Arte no confinamento, em 2021 da coletiva O primeiro ano do resto de nossas vidas, ambas na galeria Poente.

DANIELA MARTON

Torino-Itália (1988), mora em Curitiba. Mestranda em Artes Visuais pela UFRGS. Formado em Artes Visuais pela FAP/UNESPAR (2021) e arquiteto pela Universidade Mackenzie (2011). Participou em várias exposições coletivas e individuais no Brasil, Itália e EUA. Tendo participado de exposições em Bienais, Salões, Galerias, Pinacotecas e Museus. Do cais você encontra individualmente: Museu Arte Moderna – MAM Resende (2022), Museu Rosa Cruz – Espaço Franscis Bacon Curitiba/PR (2022), Pinacoteca de Viçosa/MG (2021) e Museu de Arte de Ilhabela/SP ( 2020). Bienais: 5° Bienal Errada (2021); 2° Bienal Oswaldo Goeldi Taubaté/SP (2020); 4° Bienal Errada (2019) e 3° Bienal de Salerno/Itália (2018). Como importantes exposições coletivas: Acervo Rotativo – Oficina Oswald Andrade curador: Laerte Ramos (2021); Pinturas em Tempos Sombrios – Instituto Tomie Othake – curador: Paulo Pasta (2021), Feira Grandes Formatos – Artsoul – Galeria Poente (2021), Salão de Navegantes (2019), Salão APVE Embraer (2019) e Salão de Artes Vinhedo/SP ( 2017). Premiada na Bienal de Salerno.

Sobre os trabalhos da artista: “À medida que os núcleos passam a apresentar determinados significados e ganhar uma importância expressiva. Por exemplo, onde há momentos de ápice da dor, as cores são mais escuras e opacas, constituídas por matizes de vermelho e preto. Na qual o preto representa o meu luto. A pintura se torna mas materica. Quando estou imersa ocorre num estado de melancolia e desespero pelo estado de agravamento da dor. Já sem as dores, as cores utilizadas são mais vibrates, utilizadas e fluidas, com o predomínio de mangas.”

FABIO SAPEDE

Nasceu em Avaré em 1956, reside em São José das Campos. Frequentou o ateliê de Gravura da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, sob a coordenação de George Gutlich. Porém sua experiência com essa técnica remonta ao ano de 1983, quando freqüentava o Atelier de Arriete Chain, em São Paulo.

Em foco em 1998 o foco em George Gutlich De Etser, como especialização em metal. Desde o De Etser vem continuamente sendo no estudo e dévolvimento das diversas técnicas, hoje uma das principais referências brasileiras na produção e estudo da enquanto arte.

Sóbrio os trabalhos do artista: O encantamento, o vigor e o mistério fazem do mar e da floresta são os temas exploradores por Fabio Sapede nas obras que parte dessa exposição. Há muitos anos interligados com a Mata Atlântica, sua paisagem, intimamente ligada aos anos da Mata Atlântica. O resultado são algumas visões muito originais e viscerais desse universo natural. “A vida vegetal, instaurada entre mar e rocha, é adorada em aquarelas e gravuras. Água e pedras: doçura e força que sublimam em bromélias”, escreveu George Gutlich.

JAKSON FERREIRA

Nasceu em 1996 em São José dos Campos, onda viva e tem seu ateliê. Suas influências artísticas começaram em 2014, com o teatro nas sedes da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, Walmor chagas e o teatro musical no Sesi-SP. É formação em Produção de Moda Senac-SP, proteção na criação de campanhas e editor de moda. Em Curitiba-PR estudou corte e costura, onde trabalhou, como figurinista e alfaiataria. Atualmente, explora as artes visuais com manipulação de tecido para retratar o corpo humano.

Sóbrio os trabalhos do artista: “As obras da série “Pertencimento” são o resultado de observações do comportamento cotidiano, refletindo os desdobramentos do corpo para pertencer. O artista traz uma reflexão dos excessos que envolvem a acerca da relaxação com o outro, sobre o ser-no-mundo. Utiliza da fibra do tecido para retratar a soma de lações que constitui o interlaçamento do corpo e suas subjetividades, trazendo como perspectiva uma forma absurda e excessiva. Como núcleos azuis e reflexão vermelha, respectivamente, os sistemas psíquicos conscientes e inconscientes. O consciente, com a cor azul, refere-se a o ideal e a moral que instituem um corpo. Já a cor vermelha expressa o que há de mais carnal e visceral, expondo o desejo do ser. A cor branca se torna essencial, na simbolização do nulo antes dos vícios. Manipular e suportar tecidos para o artista é uma tentativa de interromper o movimento e percebê-lo.”

LILIAN ROSA

Nascida em Maringá (PR), reside e trabalha em São José dos Campos. E ver em pedagogia e artes visuais. Em sua lembrança a relação do ser humano com o universo, sua completude, permanência, lembrança e afeto.

Sobre os trabalhos da artista: Utilize-se da memória como matéria prima para suas pesquisas, criações e experiências que são transformadas em poesia. From, e através da pintura com tinta acrílica, as pinceladas densas interagem com as paletas de cores intensas e variadas. Como linhas geométricas interlaçam em um jogo ilusório, abstrato-figurativo, revisitando e revivenciando a própria vida em fragmentos da memória, mutável, imprevisível e inconstante.

MARCIO FARIA

Nascido em São Paulo. É graduado e pós-graduado em artes visuais pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo.

Seu estudo das formas geométricas e da tridimensionalidade percorreu mais de 10 anos de pesquisa, estimulando o olhar do observador com os trabalhos contínuos que exploram, de maneira dinâmica, volume, forma, luz e sombra e que se manifestam sob o movimento do olhar nas obras. O artista participou de importantes mostras e exposições tanto no Brasil como no exterior.

O artista é di Galeria pela Galeria André e Galeria Arte Aplica em São Paulo Thebal é di Galeria no Rio de Janeiro Está expondo pela primeira vez na Poente.

Sóbrio os trabalhos do artista: Márcio trabalha com materiais de reconhecimento fácil à primeira vista, que o caos urbano e as suas obras contrastam mas notaram um contraste com o humano e reorganizam o sentido em que as linhas de borracha formam um caminho para o mundo lúdico.

SORAIA DIAS

Nascida em 1967, em Taubaté, formado em Arquitetura. Residir em São Paulo onde tem seu ateliê. Participou de grupos de convivência em Arte Contemporânea em importantes instituições entre elas o Instituto Tomie Ohtake-SP. Tem expostos seus trabalhos em galerias e espaços institucionais, além da participação em salões de artes.

Seu trabalho principalmente é focado na pintura. Para esta exposição uma série que denominou de “colagens pintadas”, onde pretende uma linguagem contemporânea, explorando a criação de uma linguagem contemporânea usando a pintura, com elementos estéticos e imagens botânicas com tratamento realista

SERVIÇO

PENUMBRA, LUZ E COR – exposição coletiva

ABERTURA: 30 de abril – das 15h00 às 20h00

VISITAÇÃO: em 21 de maio de 2022

VISITAÇÃO HORÁRIOS: De terça a sexta das 13h00 às 19h00 e sábados das 10h00 às 16h00.

Admissão grátis

LOCAL: Avenida Anchieta, 1564, Jardim Esplanada, São José dos Campos.

WHATSAPP: 12-991244992

INSTAGRAM: @galeriapoente

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