Gal Costa abre Pavilhão Pacaembu com ‘Fora, Bolsonaro’ – 01/05/2022 – Ilustrada

Foi com “Ponta de Areia” e “Fé Cega, Faca Amolada”, que a cantora Gal Costa marcou a inauguração do Pavilhão Pacaembu, na zona oeste de São Paulo, na noite deste sábado (30).

Gal sofreu ao palco com cerca de 45 minutos de atraso para iniciar o espetáculo “As Várias Pontas de uma Estrela”. Nele, a cantora se debruça sóbrio clássicos do seu repertóriocom canções de Chico Buarque, Caetano Veloso e Milton Nascimento —o autor das músicas que abrem o show.

Parte do repertório também integra seu álbum de estúdio final, “Nenhuma Dor”lançado em 2020 com porquerias da cantora baiana com outros músicos.

Entre uma canção e outra, a cantora troca algumas palavras com o público. Like “Estrada do Sol”, que Gal contorno que foi composta por Tom Jobim e Dolores Duran nos anos 1950, mas que “because Faith feita para os dias de hoje”, disse em referência ao Relaxamento das medidas sanitárias de prevenção a Covid-19. A letra traz os seguintes trechos: “Quero que você me dê a mão vamos sair/ Por aí sem pensar no que foi que sonhei que chorei, que sofri/ Pois a nova manhã/ Já me fez esquecer”.

Depois de uma dobradinha de canções sobre maternidade —com “Gabriel”, para seu filho, e “Mãe”, de Caetano Veloso—, o clima esquentou. A cantora emendou hits como “Cravo e Canela”, de Milton Nascimento, “Açaí”, de Djavan, e “Lua de Mel”, de Lulu Santos, o público, ate então mais contido, acordou e começou a fazer coro para o cantor . “Que bonitinho”, ela riu, enquanto a plateia entoava uma “Sorte” romântica.

No finzinho do show, boa parte do público já estava em pé, cantando e dançando “Maria, Maria”. Nesse momento, houve quem ensaiasse puxando um tímido coro pró-Lula.

A deixa para o comentário político por parte da plateia veio no final da apresentação, com “Brasil”. “Ou cantar uma música agora que eu queria muito conseguir fazer o roteiro, mas eu não vou conseguir porque o Brasil não está deixando”, disse. Ela então saiu do palco público se despediu depois de, gritos de Bolsonaro de “Fora”.

Não instalado Gramado do Complexo Pacaembu, o espaço tem 4,000 m² e capacidade para receber até 9,000 pessoas. O local irá abrigar uma extensa programação cultural, o estádio, que ficará sob a gestão da concessionária Allegra por 3 anos, passando por reformas de modernização e restauro.

A ideia é que o pavilhão será apresentado ao público um pouco do que será o centro de convenções que está em construção embaixo do estádio —e que terá a mesma capacidade de público da tenda.

Na estrutura, uma enorme tenda, um piso cobre o gramado. Para o show deste sábado, foram espalhadas mesas para acomodar uma plateia de 3.000 pessoas. Luzes, telões e balões infláveis ​​combinam com a decoração do evento. Um bar com canecas cervejaria artesanais Avós o compartilhamentos clássicos abastecia público.

A cozinha será assinada pelo Bar da Dona Onça, da chef Janaina Rueda, com petiscos como pastéis, croquetes e coxinhas. Mas a comida acabou antes mo que Eduardoella, CEO da Allegra Pacaembu, passou ao palco para o lançamento do bar de inauguração do espaço, com mais de meia hora de atraso — show estava marcado para as 21h.

Segundo a assessoria da casa, as refeições não seriam servidas durante o espetáculo. Mas também foram relatados relatórios de entregas em entrega das bebidas — uma referência à comunicação da demora de entrega mais de uma hora dos relatórios de entrega, por exemplo.

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