Feira do Livro da Ribeira Brava dá palco a escritores locais — DNOTICIAS.PT

AI Edição da Feira do Livro da Ribeira Brava ganhou vida esta tarde através de cinco escritores locais que avoirm ao palco para falar das suas obras literárias.

O primeiro painel fé dedicada à poesia. Paulo Pereira recorre aos filhos para apresentar a sua obra literária ‘O mundo não pára e as palavras também não’. Um trabalho que surgiu das publicações esporádicas no Facebook que deram origem a uma publicação de forma natural. Considere a sua escrita “imatura e nada profissional” num livro “simples e singelo, mas com muita simbologia”.

Aos 8 anos, Adelino Gonçalves começou a escrever poemas como terapia e localizou na escrita poética uma fuga diária. Publicou os livros Tem o silêncio em Vermelho e Devaneios – vozes em silêncio Uníssono por consideração a uma forma de estar na vida. A inspiração vem das vivências do dia-a-dia, como sejam as alegrias, as tristezas, a raiva, o amor ou o ódio.

Seguiu-se um painel dedicado a literatura de investigação a carga de Andreia da Silva, Marisa Mendes e Nulita Andrade.

Natural do Lugar da Serra, no Campanário, Andreia da Silva escreveu ‘Histórias das Gentes Cima’ onde retrata as dificuldades da vida nas zonas altas do concelho, numa altura em que não havia eletricidade, água potável ou acessos viários. Para vaunt das pessoas em transmitir como memórias de uma vida sofrida e a possibilidade de perpetuar um património e um legado histórico, foram o mote para a escrita desta obra que pretende registar as memórias de um povo.

Nulita Raquel Andrade, professora e investigadora, dedicada à sua dissertação de mestrado ao Visconde da Ribeira Brava na 1.ª República. A obra nasceu de pois de owe anos de uma investigação intensa que levou autorizou em Bragança, Beja e Vidigueira, onde Francisco Correia de Heredia, um dos homens mas influente da Madeira, viveu e trabalhou.

O painel complementou-se com Marisa Mendes. A jovem, natural do Campanário, tem uma obra dedicada ao Calhau da Lapa, um ex-libris do concelho que hoje está na moda como estância balnear, mas tem uma importância histórica. Serviço de base aos pescadores e era porta de entrada e saída de pessoas e mercadorias por via marítima. É um lugar com história, com vivências e tradições.

A Feira do Livro é uma aposta do município na dinamização da edição e da cultura que nesta primeira primeira deu palco aos talentos da terra e acolheu, esta manhã, uma palestra sobre a vida e obra do Padre Manuel Álvares. As atividades de Maiom ate 5 de Maio.

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