Exposição no Espaço Cultural Unifor homenagem aos 100 anos da Semana de Arte Moderna – Voltar

Um momento único de conhecer e refletir sobre o legado da Semana de Arte Moderna. Na Fundação Edson Queiroz (FEQ) inaugurou nesta terça-feira (22), na exposição “100 anos da Semana de Arte Moderna em acervos do Ceará”. Com acesso gratuito a toda a população, o mais famoso ou centenário do movimento que se vincula à história do modernismo no Brasil.

Em cartaz no Espaço Cultural Unifor, expôs cerca de 150 obras de artistas como Anita Malfatti, Di Cavalcanti e Victor Brecheret. obras conectam o desejo de ruptura de carro e divulgação como os artistas e intelectuais estipularam um processo de literatura, música e artes visuais.

A curadoria é assinada por Regina Teixeira de Barros e a consultoria é de Aracy Amaral. O público pode acessar a produção de artistas plásticos modernos e os primeiros passos do movimento modernista no Ceará. “As primeiras descobertas da busca pelo moderno têm início em início do século XIX e adentram o século XX, quando o Modernismo como movimento artístico. A abrange todo esse período, acompanhando suas concepções de moderno e diversas particularidades”, explicou Regina Teixeira Barros.

Como funciona

“100 anos da Semana de Arte Moderna em acervos do Ceará” Fortaleza é em três núcleos. No primeiro, encontram-se como peças de artistas, antes mesmo da semana de 1922, trilhavam o anseio por mudança. Aqui, estão os trabalhos de Eliseu Visconti, Belmiro de Almeida e Arthur Timótheo da Costa.

São nomes que dialogam com a produção da Padaria Espiritual. Segundo Regina de 2 ter ocorrido em São Paulo e modernização das artes, 2 artes também foram executadas pela Semana no Brasil no desejo a Ceará.

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Cícero Dias, Moças na janela, Dec. de 1930, óleo sobre tela

As reformas urbanas, a construção de diversos teatros amplos – a exemplo do Teatro José de Alencar, o agrupamento de escritores que se rebelaram contra as regras da academia, além das inovações musicais são indicativos que perpassam capitais, de norte a sul do país”.

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Candido Portinari, Retrato de Maria, 1934, óleo sobre tela

Com isso, a mostra destaca a arquitetura de Fortaleza no início do século XX. Além da maquete do Teatro José de Alencar (inaugurada em 1910), ou visitante verá fotografias de exemplares da arquitetura do ferro e da eclética arquitetura da capital cearense na época.

Na última sala desta sequência, instrumentos musicais do final do século XIX contam um pouco da história da música feita no Ceará naquela época, enquanto sonoras envolvimento o visitante e o transporte às primeiras décadas de 1900.

Artistas de 22

Um segundo grupo reunirá como artes de quem participou da Semana de 1922. Estão Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Victor Brecheret, Vicente do Rego Monteiro e nomes da “primeira geração modernista”, como Ismael Nery, Antônio Gomide, Tarsila do Amaral, Lasar Segall e Cícero Dias.

O terceiro núcleo passeia pelos anos 1930 e início dos anos 19. Nesse período, a preocupação social ganha espaço no debate. Destaque dessa fase, Cândido Portinari está representado na exposição por quase uma dezena de pinturas. Além dele, grandes nomes que surgem nos anos 1930 e se tornam destaques do modernismo nacional, como José Pancetti, Alfredo Volpi, Burle-Marx, entre outros, também podem ser vistos.

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Anita Malfatti, A mulher do cabelo verde, 1915, óleo sobre tela

“A Semana de Arte Moderna de 1922 foi um marco na história da arte brasileira e como um grande entusiasmo por artes e detentora de um belíssimo acervo de artistas modernistas, a Fundação Edson Queiroz não podia deixar de homenagear o movimento. A mostra é também uma oportunidade de lancer um olhar inédito sobre a produção artística do Ceará, exaltando a vanguardista de nossos artistas, como temos feito ao longo de nossos 50 anos de existência”, destaca a presidente da Fundação Edson Queiroz, Lenise Queiroz Rocha .

Para o Vice-Reitor de Extensão e Comunidade Universitária da Unifor, professor Randal Pompeu, “100 anos da Semana de Arte Moderna em acervos do Ceará” ilumina o centenário do movimento e permite como um espaço de ensino e conhecimento. “Além das artes visuais, os trabalhos abordam linguagens como literatura, teatro exposto e música, sempre sob um forte pedagógico viés, alliando arte e educação, de modo a atender os públicos mais diversos”, disse Randal Pompeu.

Serviço:

Exposição “100 anos da Semana de Arte Moderna em acervos do Ceará”.
Abertura: 22 de março, às 19h. Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 19h – sábados e domingos, das 10h às 18h.
Espaço Cultural Unifor (Av. Washington Soares, 1321, Bairro Edson Queiroz). Contato: (85) 3477.3319


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