Embaixada de Portugal nos EUA destaca a ligação de filme “CODA” à emigração portuguesa

“Parabéns ao filme “CODA” pela conquista de Melhor Filme, Melhor Ator Secundário e Melhor Argumento Adaptado, na 94.ª edição dos Óscares”, parabéns a Embaixada numa mensagem publicada no Facebook. O filme, que este domingo Kotção portuguesa, passou a ser histórico à região, e a comunidade piscatória local, a quem Troy, vencedor do prêmio de Melhor Ator Secundário, agradeceu no seu discurso”, acrescentou a Embaixada.

“CODA – No Ritmo do Coração” foi apresentado para Melhor Filme, com “O Poder do Cão”, “Belfast”, “Não olhem para cima”, “Conduz o meu carro”, “King Richard: Para além do jogo”, “Duna”, “Pizza de Alcaçuz”, “West Side Story” e “Beco do Pesadelo – Beco das Almas Perdidas”.

O filme de Sian Heder para a plataforma Apple TV, obteve três dos quais estavam Sect.

A história central-se numa família de surdos em que uma filha adolescente Ruby é o único membro que consegue ouvir e falar. O acrônimo da designa, em inglês, Filhos de Melhores de Pais Surdos, um tema grave por Hollywood que agora venceu o Óscar de Melhor Filme.

O argumento de fé adaptado do filme francês “La Famille Bélier”, de 2014, e Heder revela que os nossos argumentistas do original ficaram “muito felizes” pelo sucesso de “CODA”. Um diretor Siân Heder diz já na madrugada de segunda-feira que a vitória “é um momento enorme para os filmes independentes”.

Com um orçamento de 10 milhões de dólares (9,1 milhões de dólares), “CODA” fé Apple TV+ por 25 milhões de dólares (22,8 milhões de euros), comprou-se um dos filmes mas premiados do ano, dando uma plataforma de ‘streaming’ na primeira vitória de sempre na categoria mas cobicada de Hollywood.

Siân Heder também salientou a natureza histórica de um filmes sobre a família de três surdos, com protagonistas surdos, ter vencido os Óscares. “Estes filmes celebram uma cultura surda”, diz Heder. “Estamos a dizer: ‘Vocês perdencem aqui, as vossas histórias são importantes’”, continua, confiante de que “CODA” pode ser “a pedra no topo da montanha que desencadeia uma avalancha”. “Espero que isto não seja um filme, que seja um movimento”, afirmou uma realizadora.

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