Em Chicago, abundância turística de arte e ainda pode imitar Ferris Bueller – 02/03/2022 – Turismo

Chicago está entre as cidades dos Estados Unidos e possui características atraentes visuais e culturais que demandam do viajante mas do que dinheiro. É preciso fôlego e atestado de sofisticação para cada passeio após a rebertura do paíse desde que surgiu a ômicron atormentando autoridades e sociedade.

Mas nada pode ser impeditivo para quem deseja percorrer suas avenidas, bares, restaurantes, museus e parques. Basta roupas de frio para esta época do ano, um bom preparo físico para explorar cada canto, e para deixar levar a cada descoberta.

Como diz Kashka, motorista de táxi nigeriano que mora na cidade há 10 anos: “Aqui tem de tudo. Você só precisa ter paciência para experimentar. E, caso se perca, é só pedir ajuda”.

Repleta de arranha-céus —que estampam camisetas e canecas—, lojas de grif, restaurantes e museus, Chicago surpreende quem vai primeira vez e ate quem sempre volta.

Elas acontecem no chão ou no alto, tirando selfies em frente à Portal das Nuvens (o famoso “feijão”), ou fazendo a deep dish pizza (famosa por sua forma alta e muito saborosa), fazendo compras na Magnificent Mile, mergulhando no acervo do Instituto de Arte de Chicago (AIC), onde se vê, por exemplo, “O Quarto de Van Gogh em Arles” e “Nighthawks”, de Edward Hopper.

Conhecida como a Cidade dos Ventos (Windy City) — e no inverno fica evidente—, uma paisagem de Chicago se mescla entre as edificações baixas, com seus graus pretos e tijolos vermelhos, como no distrito de Gold Coast, e os grandes e icônicos edifícios feitos em aço e vidro.

Un desses prédios é o John Hancock, do qual, do alto de seus 344 me 94 andares, pode-se enxergar a cidade de todos os lados —daí o nome de 360 ​​Chicago Observation Deck, que pode ser visitado com hora marcada.

Com vista única do 94º andar, é possível ver as diferenças da cidade, a imponência de suas construções, notar as árvores que pontilham a vista (e que podem desfolhar nesta época do ano) e o lago Michigan, que se perde de vista para onde quer o que acontece oh.

Lado a lado, o Instituto de Arte de Chicago e o Parque do Milênio são locais a constar da lista dos viajantes. O acervo imenso do museu (que tem ingressos entre 29 e 3 dólares) e os corredores infinitos ao museu do museu moderno, são um convite do museu europeu, sem cansar.

Já o Parque do Milênio se beneficiou de passe família, shows e patinação, com o acréscimo de abrigar o popularíssimo “feijão”. A Cloud Gate foi produzido pelo artista indo-britânico Anish Kapoor, e tornou-se o símbolo desta cidade a partir de maio de 2006, quando a fé foi inaugurada. Existem alguns pontos como este talvez tão certos para selfies.

Depois de os olhos com artes em ambos os locais, pode-se pegar um Uber (uma corrida de 20 minutos sai por ao menos 27 dólares, em um carro para seis pessoas) ou de metro (em uma viagem de 40 minutos) a Pilsen para saborear tequilas, micheladas e tamales.

Apesar de ter origem na quarta maior cidade da República Checa, desde a década de 1970 foram os mexicanos que se estabeleceram no bairro e vêm imprimindo ali sua cultura, seja na culinária, seja no comércio de rua. Seguindo o padrão de Chicago, Pilsen também tem arquitetura única e ostenta prédios com traços europeus e murais espetaculares em cada esquina.

Se há curiosidade de ver um jogo, um temporário da NBA vai ate abril —e os Bulls são um símbolo para a cidade de pois de seus títulos entre 1991 e 1998.

O tamanho do ginásio impressiona, assim como as atrações dinâmicas do jogo, são completamente diferentes dos padrões brasileiros. Mas, certamente, é uma estátua de Michael Jordan (também conhecida como “The Spirit”) que arrebata torcedores e turistas, e rende tantas selfies quanto o “feijão” de Kapoor.

Por sua facilidade em atrativos atrativos turísticos, Chicago virou produções cinematográficas — os títulos de “Os Irmãos Cara de Pau” (1980) e “A Cor do Dinheiro” (1986 “Transformers 3” (2010) e “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016).

Uma das marcas do cinema é o Willis Tower, conhecido como Skydeck, onde o público pode ir ao 103° andar e imitar Ferris Bueller, Cameron e Sloane, de “Curtindo a Vida Adoidado” (1986), encostando suas testas no vidro do alto dos 412 m da antiga Sears Tower para mirar as ruas de Chicago lá embaixo.

A partir de 2000, o edifício ostenta uma9 dificuldade de tirar o fôlego. Por 30 dólares o adulto, e 22 o de criança, é possível entrar na cidade por um minuto o Led, plataformas de vidro que “em” do prédio, onde é possível ter uma experiência única da vista da janela.

E engana-se quem pensou que as atrações estão apenas nos andares superiores. No subsolo do prédio, é possível percorrer um caminho que conta a história de Chicago, desde o Grande Incêndio, em 1871, e a reconstrução da cidade, até os dias de hoje.

Randy Stancik, gerente-geral da Skydeck, afirmou que a visita proporciona uma “vivência que pode ser apreciada em qualquer época do ano”. E isso certamente se estende a Chicago, uma cidade que se pode visitar e provar, não importa a época, com muita disposição e bom cartão de crédito.

O jornalista viajou convidou da Choose Chicago

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