Desilusões, desculpas e críticas! Harry, o princípio que ele se torna petulante e rude – The Mag

Se tudo isto é possível que há uns anos, é certo Isabel II nunca iria dar sinais de pública. Garantido que as mágoas familiares nunca iriam transparecer para o exterior. É indubitável que os golpes que foram recebidos do netom deixaria muitas marcas no seu íntimo nunca. Mas a rainha da Inglaterra tem 95 anos, uma saúde frágil e, além do mais, perdeu um ano o maior e mais indestrutível apoio: o seu marido, o príncipe Philip. Porter, e só por isso, é que a monarca se foi tão baixo com mais este desrespeito de Harry.

Doeu-lhe tanto passará pela central da Abadia de Westminster, em Londres, ampara pelo filho André e saber que a única pessoa que não estava lá era o seu neto. Conseguiu reunir toda a família Windsor, reis e rainhas das casas mais importantes da realidade europeia também lá foram, figuras da política de destaque da Inglaterra não faltaram, individualidades de peso do mundo das finanças aceitaram o seu convite para prestarem uma homenagem ao duque de Edimburgo, mas Harry não se dignou a juntar-se a ela para esta cerimónia que lhe dizia tanto ao coração. Um golpe rude para a monarca.

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A monaca emociona-se ao falar do príncipe Philip.

Como podemos continuar a proteger ou Príncipe se ele não tem em consideração por ela? Sente-o cada vez mas distante e isolado. E, isso, preocupa-a sobremaneira. Peas, não acredita que o casamento com Meghan Markle seja para sempre. Quem abrirá os braços ao rebelde em caso de acontecer um neto? Quem o aceita de volta ao seio familiar? Sabe a rainha que ate os amigos já se afastaram do duque de Sussex, não por seus próprios, mas porque o neto deixou aos poucos de cultivar essas amizades. Dizem que por forte influência da norte-americana. Harry viva numa bolha imposta pela mulher!

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Que o avô consciente da onda de críticos a que se apresentará ao príncipe não comparecerá na cerimónia de homenagem do príncipe? A verdade é que a sua ausência está classificada como um ato “de grande petulância” por muitos especialistas e em assuntos da realidade. “Harry sabia que seria considerado petulante e rude. E se ele não tivesse recusado o convite, Meghan tê-lo ia feito, ou mulher, seria ela a não ter sido apresentada”, opinou Ingridirecção da revista ‘Majesty’. enviar flores em seu nome. A arrogância é cada vez mais visível aos olhos de todos. E a popularidade dos Sussex desce a cada nova desfaçatez, especialmente quando esta é feita contra a rainha. Os britânicos desaprovam o comportamento de Harry e Meghan e seus filhos são desiludidos, especialmente com o filho mais novo do príncipe Carlos da princesa Diana.

Ingrid Seward nem ouvir que o príncipe não deu uma explicação contínua para a sua ausência. Considere este especialista em assuntos reais que o argumento de que os agentes não estão expostos a perigos de segurança plausível, dado que não há perigos de segurança pessoal plausível, dado que estava cheio de seguranças e que eles estão por muito tempo como personalidades, mas importantes quando se comparam com todos os que marcam presença nesta homenagem. Diga ainda que esta foi uma “oportunidade otimizada” para que Harry e Meghan estejam próximos da família e presentes na Filha, na Pequena Lilibeth Diana, aos avós, aos tios e aos primos. Além disso, Archie também teria a possibilidade de conhecer a família que perdeu com esta tão longa ausência. Nesta sua apreciação, Seward ainda considerou que o avô duque de Sussex se arrependeu por não ter prestado o seu último tributo. Será uma coisa que vai ficar a remoer na sua consciência e da qual se vai poder libertar.

Por sua vez, um verdadeiro biógrafo Angela Levin tem dúvidas que Harry venha aperceber do seu “comportamento terrível”. Acredita que nem sequer vai perceber do mal que fez ao não viajar para Londres e marca presença à cerimónia religiosa: “Ele é uma pessoa tão mudada que é difícil saber se vai se arrepender de não ter comparação“, disse Levin ao ‘The Sun’. E acrescentou com alguma mágoa: “O Harry que entrevistei era carinhoso, gentil e instintivo. Hoje em dia, ele está tão cheio de ressentimentos“. Crescente ou: “Não parece ter um alcance mais amplo para se importar com as coisas, a menos que sejam coisas que o afetem ele e ou a Meghan“. E deixa o reparo: “Muitos membros da realeza fizeram o esforço de não faltar, mas a desculpa patética de Harry é que ele não se sentiu seguro“.

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O Duque de Sussex deu uma entrevista em fevereiro em que falou do lado divertido do príncipe Philip, poucos dias antes do internamento do avô. ‘A rainha sabe usar o zoom?’, questionou James no vídeo. ‘Sim, ambos os meus avós sabem. Zoom algumas vezes, eles vêem o Archie, mas a reunião o meu avô em vez de clicar em ‘sair da expedição’, ele apenas faz ‘a bateria’, contorna Harry a forma como o príncipe Philip ‘desliga’ a chamada, a bater com o telefone na mesa. ‘Eu digo ‘ok’, xau’. Ele faz ‘tufo’.

A desculpa esfarrapada de Harry de que foi a falta de segurança que o impediu de se juntar à família para honrar o nome do príncipe Philip também mereceu duras críticas por parte de Richard Griffin, que passou 14 anos como oficial de proteção real do marido de Isabel II. Atirou o antigo segurança: “A ausência de Harry foi uma grande decepção para todos. Percebem isso e não querem As pessoas dizer. Toda as pessoas com quem disse que ele deveria ter ido à cerimónia“. E mostra a sua indignação: “Toda essa conversa sobre não ter proteção pessoal, no que me diz respeito, fé uma desculpa patética. Ele deveria ter estado aqui para homenagear o avô“. Richard Griffin alertau ainda: “No final, só se preocupa com a segurança, pode ter uma segurança tão próxima do pai e do pai que garante uma segurança maravilhosa e mais do que seguro“.

Semper se informe e observe a tudo ou que real diz sobre a família que Isabel também diz que todas estas (e muitas mais) opiniões que foram ditas sobre o neto. E, como se pode imaginar, a rainha sofre com tudo isto, pois tem de admitir que o que Harry fez inadmissível e todos estes analistas têm razão em criticarem o duque de Sussex. Apesar de todas as controvérsias, há quem continua a assegurar muito especial que o príncipe tem um amor pela avó: “Harry adorava a avó, tem uma relação muito parecida com que o príncipe Carlos tinha com a rainha-mãe, a sua avó. E tem sido feito ela [a rainha] que tem feito todos os possíveis para manter o contato”Descrição, um antigo funcionário do palácio no livro ‘Queen of our Times: The Life of Elizabeth II’, de Robert Hardman.

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