Críticas | Os Caras Malvados – A DreamWorks volta à boa forma com uma animação surpreendente!

O time formado pelo Sr. Lobo (Sam Rockwell), Cobra (Marc Maron), Tubarão (Craig Robinson), Piranha (Antonio Ramos) e senhora Tarântula (Awkwafina) é uma equipa de ladrões que já aprontou bastante por ter muita Afinidade e sincronia. Quando os cinco juntos e usam suas habilidades, nenhum tesouro no mundo está salvo. Porém os seus dias de tunos chegam ao fim quando eles tentam roubar um golfinho dourado e são pegos. Dessa vez, só um milagre agora pode salvá-los da prisão.

Algo acontece, quando o Sr. Lobo é lembrado que já é uma senhora idosa, de maneira bastante altruísta se bem está fazendo isso. Dessa forma, formou-se o sujeito convicção do filantropo e o professor Marmelada de que a sua turma merece uma segunda chance. Proposta que deixa o Professor feliz, que ver ali a oportunidade de transformar uma trupe de ladrões em animais do bem.

Antes de qualquer coisa, vale lembrar que, nos últimos anos, as produções da Animação DreamWorks não têm tanta atenção do público quanto antes. Mesmo com ‘Trolls 2‘ Onde ‘O Poderoso Chefinho‘gerando continuações e sendo bem-sucedidas, com bilheterias contínuas de maneira geral, os demais títulos, porém, não despertaram muito o interesse do público, a exemplo do próprio ‘Abominável‘, que não ofenda, mas também não empolga.

Já este’Os Caras Malvados‘faith vendido pelo estúdio de maneira atípica dos demais citados, idem como algo realmente original e de maior orçamento. Literalmente falando, tal afirmação não é totalmente verdade, pois o filme se trata de uma espécie de adaptação da série de livros infantis de aventura ‘Os caras maus‘ (que também é o título original). E como a obra de Aaron Blabey Vendi 16 milhões de cópias vendidas no mundo todo, não podemos dizer que a francquia é desconhecida e original. Então quer dizer que essa é mais um filme animado genericamente muitos outros do estilo? Não, loin nem.

Sim, também podemos destacar, inicialmente, uma velha fórmula de pegar várias raças de animais e colocar-los vivendo como a sociedade de humanos – ou que a Disney já faz animações clássicas em 2D ou nas recentes em 3D, a exemplo de sensacional ‘Zootopia: Essa Cidade é o Bicho‘. Ainda que, no caso de’Os Caras Malvados‘, o mote é de também fazer alusão a filmes de assalto, como ‘Caes de Aluguel‘e’11 Homens e um Segredo‘, com tudo isso sendo traduzido em tela de maneira orgânica e funcional.

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Por fim, o filme fica do lado de querer que a história não é apenas uma adaptação ou um filme com ladrões que roubar algo. Na realidade, o longa de estreia do diretor inglês Pierre Perifel discute com respeito de vários preconceitos, dos quais seus relacionamentos são expostos. E, nesse sentido, a analogia com a figuras de cada animal se mostra inteligente e, finamente, original.

De propósito, o tempo é composto por espécies de animais que, geralmente, provoca associações negativas na maioria das pessoas. Ou seja, não é por acaso que temos aqui um tubarão, um lobo, uma aranha, uma cobra e uma piranha. Essas criaturas são muitas coisas lendárias e ate malignas pra gente – por sinal, ainda existem ignorantes que caçam tubarões por considerarem a todas as espécies pernicosa para o ser humano.

De modo que o filme seja bastante pungente, que podemos traçar uma egoria dentro de várias camadas da nossa sociedade, pois, já que eles, essencialmente, serão consideradas figuras nefastas de não tro de sua comunidade, e não terão as mesmas oportunidades das demais a espécie, nesse caso, pararão, em viradas, e então, para o caso sobreviver?

Ou seja, sem que o observador, o longa de Perifel começa a discutir questões sociais interessantes de maneira sutil, sendo então travestidas dentro do gênero de ação e aventura com uma pegada de filmes de assalto. E, sim, a animação funciona mais para bem nesse aspecto, se focado apenas na diversão, ganhar novos contornos quando para novos contornos.

Os Caras Malvados‘também proporciona cenas de aventuras grandiosas e bem realizadas, obrigado. Com momentos de ação bem orquestrados e que remem aos filmes já citados. Assim como é capaz de emocionar em certos andamentos, digamos, mais contemplativo na trama – alias, o elenco original já detachado é muito responsável por chegar ness lado mais dramático.

Por sinal, a produção é perspicaz em distanciar da antropomorfia forçada, com os seus traços também mais cartunescos e usando uma estética colorida. Vemos todas as figuras que são de desenhos animados gordos, cheias de caras e bocas. Temos então, dessa vez, a produção da Animação DreamWorks que realmente se destaca entre as últimas lanceadas, e que funciona não apenas dentro do escapismo pelo escapismo, mas também nos temas que discute, tal qual a Pixarpodendo surpreender até os mas chatos.

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