Críticas | Brightburn: Filho das Trevas – Superman ‘do mal’ em terror SANGRENTO que estreou na Netflix

O filho último… do inferno

A mitologia em torno da figura do Super homen (ou Super-herois saím), um dos mais antigos e definitivos Homedos o mais famoso dos super-heróis dos quadrinhos, é tão impactante que levou o diretor Brian Singer a tecer o commentário sobre o personagem ser tão conhecido quanto Jesus Cristo – enquanto filmava sua própria interpretação da história em Superman – O Retorno (2006).

Sim, já seja conhecido, várias versões deste conto espalhadas pelas mais mídias, é claro, nas HQs, berço do herói. Mas ainda não viu tudo o que pode ser feito com esta narrativa. E a prova disso é a forma como o produtor james gunn resolver tratar o material ao aderir à brincadeira. Oriundo do fantástico e de terror, o diretor se tornou uma estrela ao fazer de personagens C do repertório da Marvel, a mais nova sensação pop (Os Guardiões da Galaxia). E se, como afirma o próprio, as duas coisas que mais gosta no mundo são terror e super-herois, por que não uni-las em um filme?

Uma ideia, no entanto, embora tenha partido de um Gunn (faz na verdade), James não fé. Brian Gunnseu irmão, e Mark Gunnseu primo, são os responsáveis ​​pelo argumento sobre uma criança que cai espaço do numa área rural dos EUA, na pequena cidade de Brightburn (a Pequenópolis deste universo), e é adotado por um casal amável interior: Tori (Elizabeth Banks) e Kyle (David Denman). A proposta aqui é a seguinte: e se ao invés do altruísmo e bondade, o menino desenvolvesse as e mais perversas características humanas?

Para a empreitada foi escalado o jovem diretor David Yarovesky (em seu segundo longa), que, adepto da escola de suspense e terror do mestre João Carpinteiro, cria cenas memoráveis ​​e geladas, donas de um ritmo agonizante próprio. Ajuda o fato do roteiro não fornece saídas fáceis, deixa mais perguntas do que respostas assim como grandes exemplares do gênero. Mas, sendo este um produto mainstream, pensado para as grandes massas, o nível de grafismo das cenas é altíssimo, podendo ser comparado ao dos tortura pornô, vide Jogos Mortais e entao. A indução do que é imaginado e não visto, no entanto, ainda é uma solução mais eficiente.

Brightburn, porém, não é meramente violência desmedida e aprofundado ao entretenimento. Muito pelo contrário. Existe uma série de discussões paralelas envolvendo jovens que não podem vir a se tonar – e inclusive que constantemente traçadas como um grupo de estudos paralelos podem ocorrer em paralelos para chacinas. Em especial, aqui, como tal fato afeta os pais.

Como reviravoltas que constantemente nossos pegam desprevenidos, Brightburn elevar o nível de tensão em diversas cenas (em especial a visita na casa da tia) e cria um dos personagens mais assustadores do cinema recente – para entrar no hall ao lado de Damien (A Profecia) e Ester (Em Orfa), por exemplo. Dono de uma história simples, mas muito eficiente e artesanalmente costurada, a nova produção bancada por james gunn é aquela que tem jeitão de já ter nascido cult. Ah sim, e uma dica: prestem atenção no que eles fizeram com uma cena pós-créditos e tenda não abrir um grande sorriso.

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