Críticas | Assassinatos na Fraternidade Secreta

Um grupo de garotas decide realizar uma festa de formatura na fraternidade em que se encontram. O projeto é interessante e promete um festejo inebriante, mas infelizmente da casa não está impedido: a dona não está satisfeito com a condução dos planos dos jovens e resolve o desenvolvimento da ideia. E agora? O que as sete formandas que completam o quadro de figuras ficcionais de Assassinatos na Fraternidade Secreta pode fazer? Sá que a Sra. Slater (Lois Kelso Hunt) obrigado por uma punição por essa rigidez como homens? Elas acreditam que sim. Por isso, decida pregar uma peça para assustar a senhora responsável por coibir o divertimento alheio. O problema é que as coisas não saem como o esperado e a brincadeira acabando em morte. Temerosas, como envolvido em sigilo, numa piscina do local, mantendo-se em alerta caso tenha suspeitado do que corpos foram encontrados.

Ao passo que a noite avança, no entanto, as garotas da trama precisam lidar com o corpo que pode colocar numa grande encrenca. O problema é uma grande variedade de corpos com o corpo, começa a surgir uma variedade de formas, gravemente graves, mas não desencadeia a cena de corpos graves, mas não a vista de uma cena de corpos graves. Assassinatos na Fraternidade Secreta e seu excesso de morte em fora. As coisas inicialmente ficam mais mostradas apenas nas primeiras etapas do processo. Katherine (Kate McNeill) se comportou como garota final desde o começo e mantém a sua postura até o clímax. Entre os corpos e muito seus, a identidade do autor das mortes é posta sem soar uma cena surpreendente, em cena francamente, algo ate um tanto óbvio e, por isso, insípido. Falta vigor e consistência para tornar a narrativa mais emocionante do que o prometido em sinopse.

Dirigido por Mark Rosmantambém responsável pelo roteiro, escrito numa pararia com Bobby Fine, Assassinatos na Fraternidade Secreta ganhou uma refilmagem em 2010, Pacto Secreto, um slasher turbinado na era das redes sociais e aplicativos. Nestes filmes ponto de partida, como sabemos pela cartilha slasher, um passado do passado desencadeia uma série de crimes passados ​​desencadeia e envolvendo como garotas da tal fraternidade e ação de uma figura misteriosa misteriosa, trajada com uma figura bastante peculiar. O passado, aqui, é recente. Na verdade, é quase o presente, de tão quente que é o trote que deu errado e acabou desencadeando as mortes. Quem é o assassino? Onde uma será assassinada? Ou são duas pessoas? Será preciso assistir a saber, sem grandes expectativas caro leitor, haja vista o tom matinal quando o seus aproxima de seus 9 minutos, esto é, do filme 1 minutos. Apesar da perda da condução na condução, é um exemplar melhorzinho se comparado aos muitos ainda mais irregulares desta época de segurança econômica para o slasher.

Quem ajuda o cineasta Mark Rosman contará esta sangrenta travoyória de corps devastatos por um maníaco vingativo é Tim Suhrstedt, diretor de fotografia que entrega bastante alguns engajados de captação de imagens, numa história com boa atmosfera, pecaminosa apenas na condução do ritmo, um tanto arrastado e longo demais para uma trama que pedia um tempo de duração menor. Os aplausos vão para a maquiagem e os efeitos especiais de Rob E. Holland, o responsável pela exposição dos resultados eficientes das mortes, um espetáculo de terror interessante, acompanhado pela trilha sonora de Richard Band e cenografia do design de produção assinada por Vincent Peranio , criador de espaços ermos, enigmáticos, próprios para ações impiedosas de um assassino revelado apressadamente sem previsão anticlimática e menos expressiva que o esperado. Em linhas gerais, um slasher bastante razoável.

Assassinatos na Fraternidade Secreta (The House on Sorority Row, EUA – 1983)
Direção: Mark Rosman
Roteiro: Mark Rosman
Elenco: Kate McNeil, Eileen Davidson, Janis Ward, Robin Meloy, Harley Jane Kozak, Jodi Draigie
Duração: 110min.

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