conheça destaques da música alternativanativa

postado em 09/03/2022 06:00 / atualizado em 09/03/2022 10:03


(crédito: João Arraes/Divulgação)

Todos os anos são marcados pelo crescimento e popularização de novos artistas. Um dos generos que mais talentos produzidos nos anos recentes fé a músicanativa. Como frequência, artistas que só conversavam com nichos específicos conquistam um público no plano nacional e chegam aos rankings de mas ouvidos nas plataformas de streaming.

Em 2022, nomes se mostram promissores para romper uma barreira do alternativo e conquistar, de vez, alguns ouvintes, fechando grandes casas de shows e ocupando espaços maiores em festivais pelo país.

O Correio separou quatro nomes que despontam como grandes apostas para 2022. Artistas que já acumulam na casa de milhões de visualizações, mas, com novos lançamentos marcados para 2022, prometem movimentar uma cena atual da música do país e conquistar ainda mais.

Inês Nunes

Fenômeno desde dos 15 anos, Inês Nunes é, talvez, a cantora que mais sucesso com o public maior lista. Ela lança este ano o disco Menina mulher, com músicas de todas as fases dos quatro anos da carreira da artista, agora com 19 anos. “Eu espero que as pessoas vejam que eu estou mais maduro, que eu vivo mais”, conta.

Nunes encomendou uma série do YouTube Originals, Abre alas; já cantou com nomes do calibre de Elza Soares, Ivete Sangalo e Tiago Iorc; e acumula mais de milhões de reproduções, emprega menos quatro músicas lançadas no Spotify. Mesmo tendo esse começo arrasador, ela prega calma com a própria voyageória. “Eu estou fazendo com muita calma, estou realmente fazendo tudo isso uma carreira. Não tenho pressa de jeito nenhum para nada, faço questão de viver cada coisinha que acontece comigo e aprender com isso”, explicou a artista.

Porém ela já sonha com o futuro e que ele tem aguardado para ela. “Eu quero que, daqui há 10 anos, as ouçam as minhas músicas como seosse a primeira vez”, pontua Agnes, que também tem um desejo mais comum para essas pessoas regalias que o sucesso proporciona. “Eu quero ganhar um Grammy também”, almeja.

Terno-Rei

Citado nomes mais tempo de estrada, a banda de São Paulo, Pa, por Ale Sater, Greg tem 10 anos da carreira. O grupo lance, hoje, o quarto álbum de estúdio, Gêmeos, e se prepara para uma turnê nacional, que tem como paradas o Lollapalooza Brasil, em 26 de março, e Brasília, onde tocam no Espaço Infinu no dia 21 de maio.

“Quando você tem 10 anos de banda, você vai se preocupar em fazer uma coisa diferente, para que outras pessoas comecem a curtir o seu som”, afirmou Bruno. “É uma exploração constante de novas estéticas e de coisas que a gente gosta, mas tentando deixar com a nossa cara o máximo possível. , complementa o guitarrista da banda.

Eles vêm de um grande sucesso da discoteca Violeta, que fizeram 4 minutos de experiência de lotar em todo o Brasil, com ingressos em alguns locais esgotados em alguns locais. Eles atribuem a Gêmeos a oportunidade de chegar a um público maior. “Talvez o novo disco seja o que tem mais potencial de furar a bolha”, confirmou Bruno.

A banda aceita com carinho todos os novos públicos que têm conquistado. “Os pais vão com os filhos nos shows não só para acompanhar, mas vestidos com a camisa da banda”, conta o baterista Luis Cardoso. Os integrantes percebem que estão conquistando faixas etárias diferentes e estão muito felizes com o fato. “A gente faz música para atingir e conversar com as pessoas.

Urias

A cantora mineira, natural de Uberlândia, ficou conhecida como braço direito de Pabllo Vittar. Urias iniciou em 2022 apresentando o novo álbum Fúria. O trabalho foi muito bem recebido pela crítica e pelo público, que exaltaram a mescla de gêneros que vão do pop ao rap, passando pelo R&B e até pelo psicodelico. “Eu tento mostrar para as pessoas que eu não sou só isso que elas pensam que eu sou”, conta a artista.

Mulher trans e muito querida no meio LGBTQIA, Urias quer o alçapão público que já conhece os novos voos “Eu queria que minha voz rompesse as bolsidades, porque faz quem vai resolver os meus problemas não parte do meu recorte social”, pontua Urias. A cantora quer que a própria música seja mais do que apenas entretenimento. “Eu queria que furasse a bolha mais do que só no sentido de fazer parte do mainstream e alcançar mais pessoas, isso eu semper quero, claro. Queria algo mais social mesmo, quero que os outros considerem que pessoas como eu são gente”, complementa .

As metas da artista têm se concretizado. Mesmo com os curtos três anos da carreira, ela acumula milhões de reproduções em clipes no Youtube e músicas no Spotify. Urias será o ato de abertura da turnê europeia de Pabllo Vittar e stampou um comercial em um telão da Times Square, em Nova York. Ela vê tudo como parte das apostas que tem feito na própria música. “É muito bom saber que talvez eu seja uma coisa nova, que eu possa romper barreiras”, comentou um cantor. “Gosto de fugir do que está na moda para mim destacar e achar um lugar só meu. Eu acho que tenho feito bem isso”, concluiu.

Jovem Dionísio

Banda curitibana que logo no início da carreira estourou graças a um remix da música Ponto de exclamação, feito pelos Djs Vintage Culture e Future Class, a Jovem Dionísio é a única da lista que ainda não apresentou um álbum em 202. Porém acumula mais de 1 milhão de reproduções em quase todos os últimos lançamentos, deve deles este ano.

A banda desde que começou apenas tocando covers e há, aproximadamente quatro anos, uma carreira autoral, mas que começou sempre a ter uma música uma diversão. “A maior bolha que a gente furou foi de fazer o nosso maior hobby, o nosso trabalho”, disse Ber Pasquali, vocalista e guitarrista da banda. Ele atribui a popularização não só da banda dele como de todos os casos recentes de sucesso à música de qualidade. “Se existe um alfinete que estoura as balões, ele é o fazer música boa. E pela resposta do público, pelo que parece, a gente e você está fazendo umas músicas boas por aí”, crê o cantor.

Pasquali ainda faz uma análise do mainstream, termo em inglês conhecido como uma classificação de músicos que fazem sucesso com um público mais abrangente. “O mainstream é uma discussão muito boa. A gente acredita muito que, atualmente, ele é uma parada muito relativa”, analisa o cantor. “A gente discute dentro da banda que, hoje, com as plataformas de streaming e com o jeito que as músicas são publicadas, o lançamento de músicas deu uma falsa democratizada, porque qualquer um pode lancer. mais música disponível fazendo com que fique difícil dizer o que é o mainstream”, complementa. “O jeito que a música tem sido usado no Brasil e no mundo fez com que cada nicho tivesse seu próprio mainstream”, concluiu.

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