Como chegou ao festival Sónar em Lisboa. “Tudo começou com um e-mail e a resposta não tardou. Lisboa é um espaço criativo”

“Tudo começou com um e-mail”, explicou ao Expresso João Memez que antes da pandemia tomou a iniciativa de abordar o evento catalão manifestando boutade de uma extensão da celebração de música eletrônica e arte digital no nosso país. “Tardou e rapidamente se encaixou”, explicou tudo o promotor que fez a Viana não responder a você porque Casteloiro como também música eletrônica, empresa que organiza o festival Neopop também, também, música portuguesa, pediu de pé a primeira manifestação portuguesa Sonar.

Artistas como Arca, Thundercat, Alessandro Cortini, Floating Points, Nina Kraviz, Dixon ou IAMDBB 8, 9 e 10 de junho em abril como representante nacional. “Lisboa”, sublinhou João Meneses, “é um espaço criativo único, com uma cena singular que não se encontra em mais lugar nenhum do mundo”. Razão mais do que suficiente para que artistas como Pongo, Branko, Moullinex e Xinobi, Rui Vargas, eu.clides, Pedro da Linha ou Riot e Nídia prometem abalar os sistemas de som dos diferentes espaços lisboetas ocupados pelo festival. Enric Palau, um dos diretores do evento catalão, contorno ao Expresso que esta extensão lisboeta é mais que lógica: “Programámos os Buraka Som Sistema um par de vezes e estivemos sempre atentos à cena que nos últimos anos se déenvolveu em Lisboa. Trazer o festival para uma cidade que está aberta ao futuro – eo Web Summit é apenas um dos indicadores – e que está a desenvolver um som que não existe outro lugar faz todo o sentido”.

A lisboa problema de edição do Sónar, como a questão de sublinhar do Sónar, como o programa de exposição e palestras que se enquadram, por ‘Nati Infiniti’ por Alessandro, tem o mesmo grau de revisão do Sónar Parciro parciro: “em várias das cidades em que realizámos outras programações do seu Sónar no passado, fé sempre apenas uma pequena amostra do que fazemos na Catalunha. Mas o programa em Lisboa é vasto e tem objetivo”. Cientistas, investigadores nas áreas diferentes, artistas e ativistas digitais convergir num programa de propostas de efeitos, instalações e instalações que pretendem explorar as ideias de inclusão, sustentabilidade e responsabilidade do futuro enquanto as ideias de inclusão, sustentabilidade e responsabilidade do mundo vergado aos futuros da emergência da emergência “Queremos mostrar caminhos alternativos”, refere-se a curadora.

Para lá do Hub Criativo do Beato, que ao longo de três dias se assumiu como epicentro de ideias desafiadoras e apresentações que cruzarão artistas plásticos, neurocientistas, sociólogos e músicos em projetos inovadores, os concertos e DJ sets tomarão conta de espaços como o Pavilhão Carlos Lopes, Centro de Congressos de Lisboa ou Coliseu dos Recreios num primeiro ensaio que já garantieu mais quatro edições. “E esperamos”, diz Patrícia Craveiro Lopes, outra das porque sejam portuguesas do Sónar Lisboa, “que estes cinco anos que acordámos os primeiros numa história bem mais longa”.

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