Como a banda Coldplay tem feito a diferença pela inclusão – 26/04/2022 – Assim Como Você

Há anos, na Cidade do México, rodou o mundo a imagem de um garoto com autismo se emociona e chora ao ouvir a banda inglesa Coldplay, no palco, cantando “Fix You”, algo como te consertar, em português. Foi um momento de fazer passarinhar o coração de quem tem fé na alma.

Ao lado do pai, também em prantos, o menino externova um sentimento de plenitude ao pode atender à manifestação artística de seus ídolos ali de pertinho. Diante de tantas incompreensões em torno de uma condição diferente Muitos querem ver iguais, podem estar ali vibrando como iguais, com toda a estereotipia que lhe é peculiar, parecia um alento sem igual.

Em abril passado, de volta ao país latino, o grupo, um dos mais populares do mundo, que já deixou outras marcas inclusivas em sua viagem, como ter feito o encerramento da Paralimpiada de Londres2012, em não só festa o agora adolescenteillo, como o Hu para dançar.

A grande multidão e ovacionou o novo artista, que cantou e tocou piano, lado dos músicos consagrados, uma canção chamada “Different is Ok”, diferente é Normal, dando um intervalo nos hits tão esperados para uma pequena reflexão a respeito de reflexão a vida sendo como é.

Em uma outra circunstância, em Dublin, na Irlanda, um jovem cadeirante foi erguido para o alto, em meio à multidão de fãs, em uma outra apresentação do Coldplay. Vendo a cena, Chirs Martin, vocalista e líder da banda, chama o rapaz para o centro do palco.

Chris auxiliar acomodação do moço e dá a ele protagonismo. Cantam juntos para mais de 80 mil pessoas que, com certeza, levaram para casa inclusivas com potencial transformador.

O lugar da pessoa com deficiência .

Os grandes shows e apresentações estão sendo renovados a todo o vapor em diversos cantos do planeta. Estamos ávidos momentos de catarse, por grito bem alto, por retomar a boa sensação de compartilhar emoções das letras de canções que nos movimentam para a alegria.

A busca de novos pensamentos e a incrível respeito das diferenças. Em um concerto de duas horas, cinco minutos dedicados a causas com poucas chances de protagonismo me parecem um tempo valioso em sua repercussão e simples de ser desprendido.

E não escreva aqui de filantropia, de apoio social, de ação de boaondade. Estás a transformação de valores, de envolvimentoano de construção sober, com “serum hora extra para serem compreendidas e abraçadas”.

Você estrela não show dos ingleses, em outubro. Oxalá alguma outra manifestação inclusiva no palco. Estamos precisando, com urgência. Há um massacre de direitos da pessoa com deficiência em muito curso no Brasil e vamos precisar de muito “Yellow”, “Viva la Vida” e “Paradise” para fornecer mais essa.

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