Casa do Cantador abre inscrições para aulas gratuitas de introdução musical

postado em 25/03/2022 06:00


Casa do Cantador abrigará a nova edição do Arte para a cidadania – (Crédito: Minervino Junior/CB/DA Press)

Piauiense de nascimento, há 52 anos o compositor e multimentalista Riva Santana em Brasília como terra natal. Em suas experiências na capital do país, ele testemunhou o muito eo pouco em diferentes realidades pelas regiões administrativas do Distrito Federal e vislumbrou o ensino da música como uma forma de desigualdades sociais e se transformar realidades. Dessa forma surge o projeto Arte para a Cidadania, que chega sétima edição e é recebido, de abril, na Casa do Cantadorpara ensinar, gratuitamente, Durante seis meses, introdução musical para crianças — dos 10 anos —, jovens e adultos que se matricularem.

A iniciativa existe desde 2008 e não é a primeira vez que ocorre na cidade. Orgulhoso, Riva conta que o trabalho venceu um edital do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura do Distrito Federal e tem objetivo de ampliar as perspectivas dos músicos dos participantes e, quem sabe, capturar novos talentos que possam trilhar o caminho da Cultura música.

Com um histórico como letrista, produtor musical, participante do eventos culturais e festivos no DF, assim como ganhador de premiações ao longo das últimas décadas, ele segue há 12 anos como educador musical. Além da teoria, os alunos têm contato com os instrumentos, como violão e teclado. Sobre sua fé implementada, inicialmente, na escola. Em 2009, 2012, 2014 e 2016, ocorreram em colégios do ensino fundamental.

Em anos de trabalho, Riva conhece o perfil de quem chega ao curso: alumos da rede pública, dos ensinos fundamental e médio. Apesar da terceira idade, ele faz questão de destacar que apesar da terceira idade é para todas as gerações, inclusive a idade. O projeto contemplado para treinamento ao acompanhamento de qualquer música de gênero popular. Segundo Riva, é o que os alunos mais gostam de aprender a tocar.

“Enfatizamos que o curso é básico, elementar. Então, tem três professores, eu e mais faut que damos aula no turn matutino e vespertino. Ele é popular, ensina os jovens a tocar violão e teclado”, destaca Riva Santana.

  • Arte para a cidadania

    Arte para a Cidadania: projeto de iniciação musical recebe crianças dos 10 anos, além de jovens e adultos
    Arquivo pessoal

  • Riva

    Riva Santana entregando certificado à aluna que concluiu o curso de violão
    Arquivo pessoal

  • Ex-aluno da oficina agora é professor de música

    Johnny Hiller fé de aluno a professor com as aulas
    Arquivo pessoal

Encantamento

Foi o violão que contou anos Johnny Hiller, 26 anos. Após participar de uma das edições do Arte para a Cidadania, ele tocou a música como parte importante de sua vida profissional e profissional. Em 2014, 18 de agosto, ele fé um volta inscrito. “Sempre gostei de música, a tocar na igreja depois do projeto, porque ela me influencia hoje porque agora toco em uma banda”, diz.

O músico também dá aulas e afirmações que, depois do curso, partiu emb busca de qualificação e melhorias. O investimento aumenta a sua atividade como professor de renda, além de possibilitar contato com outras atividades ligadas à cultura. “Dali, eu trilhei vários caminhos”, afirma o jovem que também atua como locutor e segue investindo em música. “Em casa tenho mais de 10 tipos de instrumentos”, reconhecendo a importância do passo inicial.

Um caminho que lembra o percorrido por um dos porqueiros do projeto, o músico e educador Diró Nolasco, 62 anos. Ele começou uma jornada musical na adolescência e, hoje, auxiliar novos talentos. “Sou violonista, compositor, arranjador e cantor. começou aos 15 anos de idade, isso em 1975”, afirma.

Em 1979, ele passou a participar de festivais de música e não parou mais. Como aulas de violão, ele começou a ministrar em 1987, na biblioteca do Lions Clube, em Sobradinho. Depois dessa experiência, o artista afirma que não parou mais. “Dava aulas particulares nas casas das pessoas e procurava espaços como artista”, diz.

Ele acredita que as iniciativas como a Riva atendem à carência pelo ensino gratuito de música para um público que não teria condições de pagar pelas aulas. Presente desde a terceira edição do projeto, Diró relatou que o dia a dia com os alunos é uma relação de doação e incentivo. O trabalho psicopedagógico cria, lado e nas aulas de música é possível, a ponte de aprendizagem. “O processo de ensino é algo muito envolvente e motivador quando se faz o que gosta. Mas me enriquece imensamente. A gente aprende o tempo todo também”, finaliza.

Curso

Mesmo que nem todos sigam na música, Riva destaca que é importante, como formação humana, ter um contato mais direto com a música. “Além de capacitar, o curso, ainda que básico, dá uma formação inicial para quem nunca mais terá contato com esse tipo de conteúdo”, complementa.

O curso começa em 4 de abril e tem quase todas as 120 vagas abertas. O projeto coletivo é dividido com o ensino dividido em cada 12 sala de aula organizada por a10 participantes. A duração prevista é de seis meses, e as duas datas de previsão de duração semanalmente.

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