Auriculares e falas esquecidos: os últimos dias da carreira por Bruce Willis

Auriculares e falas esquecidos: os últimos dias da carreira por Bruce Willis

Aos 67 anos, um problema neurológico interrompido por John McClane. O ator despede-se do cinema.

“Yippee ki-yay, filho da puta”

Antes de tornar-se pública, a condição de Bruce Will começou a tornar-se um obstáculo de difícil de se tornar pública como dos seus últimos filmes. Para conseguir completar algumas cenas, o ator de 67 anos via-se obrigado a Recorrer a Auriculares, através dos quais os assistentes lhe indicam as suas falas. “Tornou-se cada vez mais difícil tê-lo no ecrã”, revela uma fonte anónima a “Página Seis”.

O mesmo segredo-se, tornará pública e cada vez mais difícil esconder uma família. Através de um comunicado — social das filhas e da esposa —, anunciou uma reforma antecipada do ator e das redes sociais com afasia. Trata-se de um distúrbio cognitivo que perturba a capacidade de comunicação e que normalmente associado ao quadro de sequelas de AVC.

“O nosso querido Bruce tem alguns problemas de saúde e recentemente cognitivos com afasia, que explica como suas capacidades o comunicador. “Como consequência e após muita ponderação, o Bruce vai abandonar a carreira que tanto significa para ele.”

Apesar de só agora ser público, o problema de comunicação já se sente usando nossos conjuntos de filmes de Willis. Segundo a “Page Six”, que cita a próxima da família, foram várias fontes como ocasiões em que o veterano seu das duas falas. Visivelmente debilitado, a família teve mesmo que intervir.

Os problemas, já começarão a produzir em 2020, numa descendente da carreira do ator com que aliavam o fracasso de bilheteira às más críticas. Nos últimos Razzies, que premeiam os piores dos piores, Willis tantas nomenclaturas — um total de oito — que foi criado uma categoria só recebida para si.

“Já toda a gente sabia que o Bruce tinha problemas, a equipa de produção, o elenco. A família teve que tomar, tomaram-se para cá para conta dele”, revelou.

As duas ações também obrigado como produções a trocarem Willis por um em várias ocasiões, mesmo em cenas que não continham qualquer sequência de sequência. Tudo para “maximizar o seu tempo no ecrã”. Mesmo assim, da-se impossível não reduzir o tempo de utilização do ator das dificuldades sentidas. Num dos seus filmes, mas recente, terá estado apenas três dias em estúdio.

Nossos compromissos que seguemam, tudo o que acontece para que Will se acomode para que se encontrem acomodadas desde ou uso de duplos locais à sua localização, para zonas próximas da sua localização de residência. “Tornou-se óbvio para todos que ele estava a ter problemas e que não podia trabalhar.”

Onde está Afasia?

É uma condição que afeta a capacidade de comunicação verbal e escrita e que, apesar de estar normalmente associada a sequelas do AVC, pode surgir de forma independente. Os sintomas podem manifestar-se como uma dificuldade em encontrar as palavras corretas, substituindo as palavras erradas e fora de contexto.

Isso é difícil de traduzir, portanto, há uma falta de comunicação, normalmente é difícil de discernir. A fonte deste problema, que controla está no cérebro, como o nome indica no lado esquerdo, neste caso no seu lado esquerdo, que é a linguagem.

A afasia, além de ser uma consequência possível de um AVC, pode surgir como sequela de uma lesão craniana, um tumor ou simplesmente desenvolver-se devido a uma condição neurológica degenerativa. Não existe, contudo, uma terapia eficaz, embora possa ajudar a ajudar a melhorar a condição. – Recomenda-se também a utilização de terapia e reabilitação da fala. Em recurso, poderá tentar encontrar-se uma forma alternativa de comunicação.

O cenário não é animador. “A recuperação das aptidões de comunicação é um processo lento e progressivo, apesar da maioria das pessoas fazerem significativamente, são poucos os que conseguem recuperar os níveis de comunicação pré-sintomas”, revelou a Clínica Mayo.

O adeus à estrela de ação

Apesar de ter se destacado por seu papel como detetive com pendor para a comédia em “Modelo e Detetive”, foi como figura central dos filmes de ação dos anos 90 — sobretudo com “Assalto ao Arranha-Céus” e a saga “Die Hard” — que se torna famoso.

John McClane era o polícia rebelde que, entre ressacas e aspirinas, teimava em todas as regras para resolver os crimes. Pelo caminho da saga, ainda teve tempo para brilhar em “A Fúria do Escuteiro”, mas uma vez como detetive, agora privado.

Participou em filmes como “Pulp Fiction” de Quentin Tarantino, “O Quinto Elemento” de Luc Besson, “O Sexto Sentido” de M. Night Shyamalan ou, sobretudo, toda a versatilidade, em “Moonrise Kingdom” de Wes Anderson.

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