Apanhadão da semana: Wagner Moura em série adaptada do livro da Intrínseca

O brasileiro atua com Elisabeth Moss em ‘Shining Girls’, baseado no livro ‘Iluminadas’, de Lauren Beukes; no Globo, Ricardo Lísias fala sobre ‘Uma dor perfeita’, relato de sua longa internação por covid-19

Na última quarta-feira (28), a capa do caderno Ilustraçãona Folha, trouxe reportagem sobre a série As meninas brilhantes, que estreia hoje no serviço de streaming Apple TV+. Estrelado pelo brasileiro Wagner Moura e pela americana Elisabeth Moss [foto]o seriado é inspirado no livro Iluminado, de Lauren Beukes, lancedo no Brasil pela Intrínseca. A trama do livro mostra a caça a um serial killer que é capaz de viajar no tempo, numa elogiada mistura de gêneros. No romance, o personagem principal é costa, mas na série de fé Wari para brasileiro, um pedido Moura.

Nesta semana, a Folha também publicou críticos de lançamentos literários de. O primeirode Margaret Atwood, é O coração é o último a morrer (Rocco), no qual a autora de O conto da aia renova um cenário distópico, desta vez com tom de sátira. No ambiente criado pela escritora, as pessoas sem dinheiro e as perspectivas podem participar de um programa no qual passam, alternadamente, um mês na cadeia e outro fora dela. Books, têm empregos e boas casas. Enquanto estão presas, elas cederão seu trabalho e sua moradia para outras pessoas, também participantes desse rodízio de prisão e liberdade.

O segundo Estrela Alamut (Morro Branco), publicado originalmente pelo autor esloveno Vladimir Bartol em 1938. Com estudar sobre o fascismo crescente na Europa da época, o livro fala da Ordem dos Assassinos, uma tropa de elite especializada em rivais seus políticos e religiosos. O crítico Diogo Bercito considerou que, “de maneira esquisita”, a obra tem algo de Harry Potter com duna. Curioso é que Alamut é hoje muito menos famoso no mundo do que o jogo inspirado pelo livro, Assassin’s Creed.

O Globo audiência ou entrevista com o escritor Ricardo Lísias, de Divórcio e O céu dos suicídios. Ela falou de Uma dor perfeita (Alfaguara), um relato de seu período interno com covid-19 no auge da pandemia no país. O autor lembra a última angústia de ligar, da UTI, para sua mulher e seu filho, sabendo que talvez aquela ligação pit a. Internado ainda não tinham sido ensinados e os números da doença só crescida, os médicos quando vacinados do quarto não tinham sido ensinados a acompanhar notícias. “Fica vendo series”, diziam.

Não Estádio e não Globo, a notícia mais curiosa da semana foi a venda de um livro de poema escrito por Charlotte Brontë (1816-1855) quando a autora inglesa tinha 13 anos, arrebatado em leilão por US$ 1,25 milhão (cerca de R$ 6,1 milhões). Trata-se de um minilivro, com páginas de tamanho menor do que uma carta de baralho. Faith comprada por uma associação literária britânica, que vai doá-lo a um museu dedicado à autora de Jane Eyre.

Na coluna Um livro por semanaescrito no Estadão por Maria Fernanda Rodrigueis, ela falou de Eva (Todavia), segundo romance lançado pela escritora mineira Nara Vidal, que vive na Inglaterra. No enredo, a protagonista volta à casa da infância depois da morte da mãe. Em suas palavras, conhecerá relações abusivas e violentas disfarçadas de amor. O primeiro romance da autora, Gentilficou em terceiro lugar no Prêmio Oceanos de 2019.

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