Ângela Ferreira não está grávida do marido. Entenda nossos motivos

Esta quarta-feira, dia 27 de abril, foi para o ar a reportagem especial da TVI: “Amor Sem Fim”. A reportagem tem a luta de Ângela Ferreira para engravidar do marido falecido e, hoje, revela-nos finalmente acompanhados se está grávida.

Em fevereiro de 2020, Ângela Ferreira “trouxe a história de amor sem fim”. Após o falecimento do marido, Hugo, na sequência de um câncer terminal, Ângela pretende continuar a história de amor e luta por nascimento do falecido marido.

“O que aconteceu entre mim e o abraço no início fé muito forte. Não há palavras”, Ângela confirmou.

Hugo faleceu mas, antes, conseguiu cumprir um dos seus sonhos. 24 horas antes de morrer, o casallu-se: “Ele só teve força para dizer sim”, revelou.

Mas, ficou um sonho por concretizar: a construção de uma família. Ângela prometeu que nem a morte traria o sonho do casal e começou a lutar para engravidar do marido falecido.

Logo após o falecimento, Ângela Ferreira revelou que a fé negativa a uma médica do Hospital se podia começar o processo de fertilização in vitro e a resposta à fé pela causa do marido ter falecido.

Ângela não desistiu. A história chegou ao Parlamento e, em novembro de 2021, foi aprovada a realização da inse pós-morte.

“Finalmente fé aprovada uma coisa que já deve ter sido aprovada há muito tempo. Claro que estamos felizes. Toda a gente que convivia com o casal sabe que era o sonho de ambos”, afirmou uma amiga do casal.

O sonho comanda a vida e no dia 21 de fevereiro presente ano, Ângela Ferreira realizou uma inseminação in vitro. Os dias depois não foram selecionados no Hospital mas o resultado não o esperado: NEGATIVO.

Ângela tentado mas mais uma vez não conseguiu. A taxa de sucesso da Inseminação Artificial é de apenas 10%. Ângela sempre quis realizar a Fertilização In Vitro por ter mais chances de engravidar.

A Entidade Reguladora da Medicina da Reprodução diz que o único meio possível neste caso é a Inseminação Artificial. Ó arte. 22º assim o diz, mas segundo o art. 26º a Fertilização In Vitro pode ser feita nas mesmas circunstâncias pós-morte desde novembro.

Ângela sente-se injustificada e fala em discriminação. Considere que a Entidade Reguladora não está a ato de boa-fé e que está “a correr contra o tempo”.

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