Alessandro Cortini, o italiano dos Nine Inch Nails que vive em Portugal e vai ao festival Sónar Lisboa

No palco com os Nine Inch Nails, Alessandro Cortini é a figura discreta, recortada pela luz, em natural segundo plano enquanto Trent Reznor dominava a boca de cena, mas ainda assim um elemento determinante na contribuição que oferece para a muralha de som que os homens de ‘Hesitation Marks’ saberá erguer como mais ninguém. O músico italiano que há um par de anos Arrábida é uma casa nas encostas da instalação que proporcionará uma experiência imersiva na Fábrica da Moagem do Museu de Lisboa – um dos destaques da programação Sónar+D, “que explora a criatividade como força motriz da mudança no século XXI”. Conversador generoso, Cortini explicou ao BLITZ, mesmo antes de desligar o telefone, que logo após esta edição do Sónar – o festival catalão estreia-se este ano em Lisboa com um programa que se estende entre 8 e 10 de abril – regressa aos Estados Unidos “Tenho estado concentrado sobretudo em voltar ao palco com a família”, diz-nos o músico, “mas após o Sónar voltar à América: há ensaios para os Nine Inch Nails que vão regressar aos Estados Unidos. Não são concertos, mas são suficientes para nos manter ocupados durante o resto do ano. E isso é fantástico – há quase quatro anos que não vejo nenhum deles”.

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