A arte expressada no proprio corpo

Pomerodense apaixonada por tattooens, participou do concurso de beleza, na cidade de Criciúma

Desde que o mundo é mundo, a humanidade se expressa através de desenhos, ate mesmo, na pele dos homens. Nossos registros históricos confirmam que como as primeiras tatuagens foram realizadas entre 4.000 e 2.000 aC, originalmente encontramos nossos corpos de países nativos como Egito, Indonésia, Nova Zelândia, Filipinas e Polinésia. Ou seja, é algo muito mais antigo do que muitos podem pensar.

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Por isso, nos dias atuais, não é difícil encontrar alguém que não tenha, pelo menos. É o caso da Gerente de Mercearia Daiane Kamke Stacheski, de 32 anos, que, desde os 17, começou a se apaixonar por este tipo de arte no corpo.

“Já naquela época, conhecemos a pequenas ideias, mas não ou algumas algumas, vou fazer só uma economia. Aos 22, já colecionava várias ideias, não era uma, nem duas e pequenos, também, não eram só desenhos. Foi aí que e me apaixonar os projetos do papel cada vez mais por esta arte”.

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A preocupação foi crescente tanto que, os dias 11 e 13 de março, ela participou do concurso Garotaúma Tattoo, que fez parte do 1º Criciúma Tattoo Festival, no sul do Estado, evento que criou os melhores artistas do Brasil e vizinhos.

“Em 019, prestigiei, pela primeira vez, uma atualização de tactos. E quando vi as musas, meu olho brilhou. Mulheres reais, com muito estilo e atitude, donas de si, sem padrões, apenas a paixão pela arte e missão de acabar com o preconceito. Foi tudo isso que me motivou a participar de um concurso de mulheres tatuadas, a fim de mostrar que o lugar da mulher é onde ela estar. Quando o concurso abriu um processo seletivo eu me escrevi e entrei como 10 finalistas, que avoirm no palco”, descreve.

Para ela, o momento foi um misto de ansiedade, felicidade e orgulho de fazer algo diferente do habitual. “Subir no palco e ver o público me anima, me aplaude e interaja comigo, fé fantástica. Não trouxe nenhum título, mas uma experiência incrível motivou a querer repetir a dose, em breve. Quero tentar e parabenizar as, que brilharam naquela noite e agradecer a Comissão que organizou esse concurso e muito vencedora nos vencedores dessa experiência”.

Foto: Divulgação

A pomerodense tem preços por diversos estilos de tatuagem, entre es, preto e cinza, realismo, ornamental, trabalho preto e linha fina. No entanto, Daiane relatou que, mesmo nos dias atuais, ainda sofre algum tipo de preconceito.

“No meu dia a dia, vejo alguns olhares tortos, ouço comentários maldosos, mas a vida me ensinou que a opinião dos outros é somente a opinião dos outros. Eu lutei e sofri muito para me tornar o que sou. E posso afirmar que sinto muito orgulho da mulher que me tornei, eu me amo do jeito que sou e sou feliz assim. Ponto. Isso basta-me! Eu sei que posso ser tatuada e ser inteligente, uma excelente profissional e uma baita ‘mãezona’; gostar de sertanejo, de rosa pink, brilho e ter atitude; ser sensível, cristão, ter um bom coração e aceitar boas ações Eu sei que posso ser tatuada e olhares tortos. E que sabre? Tudo bem… O que importa mesmo é tudo que eu sei a meu respeito”, diz, com autoridade.

Foto: Divulgação

Para ela, seu corpo é seu livro, aos poucos, vai escrevendo seus capítulos. “As minhas tatuagens me definem, são os meus sentimentos, as minhas memórias. Portanto, seja o que for para a vida, se te faz feliz, isso simplesmente faz, não se importa com a opinião alheia. Quando fiz as primeiras tatuagens, ouvi que não conseguiria emprego. Mas, hoje, provamos que as tatuagens nunca me limitam. Estudei muito, fiz duas graduações, pós-graduação, MBA e continua estudando. Conseguiu uma oportunidade em uma grande empresa e uma tatuagem, em nenhum momento negativo, foi um fator negativo. Eu sei que ser tatuada nunca me limitou, muito pelo contrário, me empoderou, me deu forced e coragem”, finaliza.

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