4 obras de arte inspiradas nos acontecimentos dos territórios

Uma inspiração para um arte, muitas vezes, tem raízes misteriosas. Pois acredita: artistas tiraram ideias para suas obras mais famosas de eventos tenebrosos que aconteceram pelo mundo.

É difícil saber se essas obras fazem ou apenas perpetuam o sofrimento causador por estes problemas. De todo modo, preparamos esta lista para você também como conhecer.

1. Mulher Caindo IIdo escultor Eric Fischl

(Elenco: Smithsonian American Art Museum)

Uma escultura em bronze de Eric Fischl, Dez Respirações: Mulher Caindo II (2007-2008), mostra, aparentemente, algo óbvio: uma mulher caindo. Mas basta ler mais sobre a obra ou as declarações do artista para ouvir a sua verdadeira intenção.

Mulher Caindo II usa uma figura feminina para representar uma dimensão humana da tragédia vivenciada em 11 de setembro de 2001, com o atentado terrorista da Al-Qaeda em Torres Gêmeas, em Nova York. Fischl explicou: “nós assistimos, incrédulos e desamparados, aquele dia selvagem. As pessoas que conhecemos um cair, desamparadas e incrédulas.”

Quando o ataque ocorreu, algumas pessoas estavam dentro dos prédios pularam deles para morrerem queimadas. Elas, obviamente, acabaram morrendo. Esta obra é bem sucedida no retrato do humano passado por esses indivíduos.

2. HumanLavanderia, por Claire Zinkeisen

(Elenco: Museu da Guerra Imperial)(Elenco: Museu da Guerra Imperial)

Poucos acontecimentos banalizaram tanto a existência humana quanto o Holocausto perpetrado pelos Nazistas contra os jumento. A pintura Lavanderia Humanacriada pela artista Doris Clare Zinkeisen, em 1945, criada pela retratar justamente o horror deste episódio.

No quadro, vemos uma fila de mesas de madeira com várias pessoas, de aparência esquelética. Cada uma delas está sendo limpa por um homem ou uma mulher em uniforme branco, que as lavam com sabão e depois depositam a água em um balde.

Devem não se sujeitar a um quadro extremo: não sabem se eles estão vivendo uma posição diferente de pessoa ou removendo um corpo de alguém que depois sofrimento de um campo de concentração.

Uma análise da obra que, na pintura, “Zinkeisen encontra um método eficaz no contraste entre os corpos e bem alimentados da médica alemã e os corpos esqueléticos de seus pacientes”. Cada detalhe da obra é importante: observe, por exemplo, como posturas resignadas e mesmo indiferentes das enfermeiras e o ar desesperançoso dos prisioneiros.

3. Guernicade Pablo Picasso

(Elenco: Chema Moya/EFE)(Elenco: Chema Moya/EFE)

Aqui estamos diante de um dos quadros mais famosos da história da arte. NO Guernica fé criada em 1937 pelas mãos do pintor espanhol Pablo Picasso. A obra a dor, a angústia, o pânico e a tristeza do povo espanhol bombardearam o ocorrido na cidade de Guernica, em 1937, durante a Guerra Civil Espanhola.

No quadro, vemos um touro, um cavalo, partes de corpos, rostos quebradas com expressões aterrorizadas, uma espada nas mãos de um sujeito quase morrendo, uma mulher que agoniza. Tudo no quadro expressa desespero e sofrimento.

O mural fé pintado a óleo em tons de preto, azul e branco. A falta de núcleos é intencional, pois remete às consequências do bombardeio na vida da população após a tragédia.

4. A coluna partidapor Frida Kahlo

(Elenco: Museu Dolores Olmedo Patiño)(Elenco: Museu Dolores Olmedo Patiño)

Frida Kahlo pintou o quadro A coluna partida em 1944, logo após o passado por a cirurgia na coluna cerebral, que a deixou acamada e presa a um espartilho metálico. Frida sentiu dores nas costas e no resto do corpo por conta de ter fios poliomielite Na infância e depois, ter-se-á visto em um acidente de ônibus fraturou, por vários ossos.

No quadro, ela retrata a si mesma. Está de pé em meio a uma paisagem árida. Seu trunco ​​está fechado por suas faixas que impedem a seu corpo, pois seu tronco está aberto. Um pilar quebrado substituiu sua coluna vertebral, e seu rosto está banhado em lágrimas. O corpo está cravado com pregos.

Por mais que essa obra representa o sofrimento da artista, ela tem elementos impressionantes. Note, por exemplo, que por mais que chore, seu rosto não expressa dor. Na verdade, sua expressão é forte e desafiadora. Ao ser perguntada por que se retratava em seus quadros com tanta frequência, Frida respondeu que era sempre conhecida e se conhecia melhor que qualquer um.

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